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Sucesso: ex-aluno do IFSP ingressa direto no doutorado da UFSCar

Diferentemente do caminho percorrido pela maioria dos estudantes que escolhem seguir na academia , Giovani não precisou passar pelo mestrado
  • Publicado: Sexta, 18 de Outubro de 2019, 11h14

Com apenas 25 anos, o ex-aluno do IFSP Giovani Albuquerque vem construindo uma trajetória acadêmica de fazer inveja a muita gente. O capítulo mais recente foi o ingresso direto no doutorado — sem passar pelo mestrado, como acontece com a maioria dos estudantes — em Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). E tem mais: em tempos de corte nas bolsas de pesquisa, ele conseguiu ingressar no curso com bolsa da Fapesp já garantida.

Para se ter uma ideia do que significa entrar no doutorado direto, vale dizer que a maioria das universidades oferece essa possibilidade quando considera bastante relevante a pesquisa proposta pelo aluno. Quanto às bolsas destinadas a esse formato, a Fapesp  prioriza estudantes que tenham recém-concluído a graduação, dentro do prazo normal de sua duração, com excelente histórico escolar e, preferencialmente, realizado estágio bem sucedido de iniciação científica. Giovani se encaixa em todos esses requisitos, e quando perguntado sobre o papel do IFSP nisso tudo, foi direto: “essencial”.

Ele revela que desde que entrou na Instituição, em 2013, para cursar a graduação em Engenharia de Controle e Automação no Câmpus São João da Boa Vista, teve muitas oportunidades, entre elas a possibilidade de participar de projetos de Iniciação Científica. O estudante também ressaltou que os professores que cruzaram o seu caminho são um grande diferencial em sua formação: “foram sempre muito atenciosos, dedicados e disponíveis”, diz.

Foi um desses professores, Everaldo Nassar, o grande incentivador para que Giovani encarasse o doutorado. “Ele entrou em contato comigo no início deste ano me falando sobre o curso. Depois disso já fiz a minha inscrição para começar as disciplinas como aluno especial”, conta. No meio do ano, o estudante fez a prova de seleção e conseguiu ingressar com nota máxima, tanto na prova de conhecimento específico quanto na de inglês.

O IFSP, aliás, também tem um papel importante no inglês nota 10 de Giovani. Foi por meio do Instituto que ele participou do Ciência sem Fronteira (CsF)*, tendo estudado em Phoenix, Arizona, de agosto de 2014 a dezembro de 2015. “Durante o CsF fiz um semestre de inglês e mais um ano de graduação sanduíche. No início foi bem difícil; até perder a vergonha de falar em inglês, mesmo errando, levou um tempo, mas depois que superei isso, aprendi muito”, conta.  

Agora, já com o doutorado em andamento, Giovani continua certo da relevância que o IFSP tem em sua vida acadêmica: “estou vendo que tanto a formação teórica quanto a técnica que tive foram muito completas, o que está me ajudando muito nessa nova fase, mesmo indo para uma nova área da engenharia”, conclui.

Professor Everaldo Nassar (à esquerda), Giovani Albuquerque (ao centro), professor Emerson dos Reis (orientador), no dia da apresentação do TCC de Giovani

Professor Everaldo Nassar (à esquerda), Giovani Albuquerque (ao centro), professor Emerson dos Reis (orientador), no dia da apresentação do TCC de Giovani

 

*Programa do governo federal criado em 2011 para estimular a formação acadêmica no exterior, oferecendo bolsas de iniciação científica e incentivando projetos científicos em universidades de excelência em outros países. O CsF foi encerrado em 2016.

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