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Câmpus Boituva tem economia de 89% de energia com usina fotovoltaica

A Comissão Interna de Conservação de Energia (Cice) do Câmpus Boituva demonstrou a redução de R$ 8 mil na fatura de consumo de energia com a instalação de uma usina de fotovoltaica.

  • Publicado: Sexta, 22 de Fevereiro de 2019, 13h25
  • Última atualização em Quinta, 28 de Fevereiro de 2019, 18h03
Da esquerda para a direita, os membros da Cice do Câmpus Boituva:
Ronaldo Gama, Robert Dias, Natallie Teixeira, Felipe Almeida, Mário Pin,
Aline Almeida e André Mello

 

A medida reduziu em 89,8% o valor da fatura, quando comparados os meses de dezembro de 2017 (antes da implantação) e um ano depois (com a usina já em funcionamento). Na primeira medição, o consumo de energia elétrica foi de 14.620 kWh e, na segunda, em dezembro de 2018, foi de 5.374 kWh. O valor da conta de energia passou de R$ 9.883,04 para R$ 1.004,07, ou seja, mais de R$ 8 mil de economia.

Ao longo do ano de 2018, com o desenvolvimento do projeto de Eficiência Energética ANEEL junto com a Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL Piratininga), foram substituídos todos os aparelhos de ar condicionado do câmpus por modelos mais eficientes do tipo inverter, que possuem categoria A nos selo PROCEL. Também foi substituída toda a iluminação interna por lâmpadas com tecnologia LED, mais eficientes, além da instalação de uma usina fotovoltaica de minigeração distribuída de 77,5 kWp.

A comissão concluiu o relatório afirmando que “a evolução dos valores das tarifas de energia elétrica acima da inflação e na redução do valor cobrado pela demanda, a instalação de usinas fotovoltaicas de micro ou minigeração se justifica e se torna cada vez mais atrativa, uma vez que reduzem os custos com consumo de energia elétrica, liberando recursos para outros investimentos”.

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