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Objetivo 2: Fome zero e agricultura sustentável

Publicado: Segunda, 31 de Julho de 2023, 12h32 | Última atualização em Quarta, 13 de Setembro de 2023, 08h45 | Acessos: 886

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Objetivo 2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável
Fome zero: O objetivo 2 é acabar com a fome, garantir uma segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável. Alcançar essa meta significa garantir para todo mundo o acesso a comida saudável, suficiente e nutritiva. Isto requererá práticas agrícolas resilientes e sistemas sustentáveis de produção de alimentos. Dispor de mais e melhores dados sobre o acesso aos alimentos pode ajudar a rastrear o progresso no Objetivo 2 e guiar as intervenções em insegurança alimentar

Objetivo 2: Fome zero.
Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável
 

O rápido crescimento econômico e o aumento da produção agrícola nas últimas duas décadas fizeram com que o número de pessoas em má-nutrição caísse quase pela metade. Muitos países em desenvolvimento que sofriam com a fome agora podem suprir as necessidades dos mais vulneráveis. Ásia central, Sudeste Asiático, América Latina e o Caribe são regiões que fizeram grandes progressos para erradicar a fome extrema.

Esses foram alcances imensos, em linha com as metas definidas primeiramente pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Infelizmente, fome extrema e má-nutrição continuam sendo uma grande barreira para o desenvolvimento em muitos países. 759 milhões de pessoas sofrem com a má-nutrição crônica (2014), frequentemente como consequência direta da degradação ambiental, secas e perda da biodiversidade. Mais de 90 milhões de crianças com menos de cinco anos de idade estão seriamente abaixo do peso. E um de cada quatro habitantes da África sofre com a fome.

Os ODS tem a meta de acabar com todas as formas de fome e a má-nutrição até 2030, garantindo que todas as pessoas – especialmente as crianças – tenham acesso suficiente a comidas nutritivas durante todo o ano. Isso envolve promover práticas agrícolas sustentáveis, apoiar pequenos agricultores e garantir acesso igualitário à terras, tecnologia e mercados. Também requer cooperação internacional para garantir investimentos em infraestrutura para apoiar a produção agrícola. Junto com outros objetivos, podemos acabar com a fome em 2030.


[ v o l t a r ]

2.1 Até 2030, acabar com a fome e garantir o acesso de todas as pessoas, em particular os pobres e pessoas em situações vulneráveis, incluindo crianças, a alimentos seguros, nutritivos e suficientes durante todo o ano

1. Promover a educação nutricional para estudantes e suas famílias, incentivando a adoção de hábitos alimentares saudáveis;
2. Realizar ações de conscientização sobre o desperdício de alimentos e a importância do aproveitamento integral dos alimentos;
3. Incentivar a produção de alimentos orgânicos e agroecológicos, valorizando os produtores locais;
4. Realizar ações para a promoção do acesso a água potável e saneamento básico;
5. Fomentar o cultivo de hortas escolares, promovendo a educação ambiental e a alimentação saudável;
6. Estimular a criação de feiras agroecológicas nas comunidades, com a participação dos estudantes e seus familiares;
7. Promover ações de arrecadação e doação de alimentos para comunidades em situação de vulnerabilidade;
8. Realizar parcerias com organizações governamentais e não governamentais para o desenvolvimento de programas de combate à fome;
9. Realizar pesquisas e estudos sobre a situação alimentar nas comunidades atendidas pelos institutos de educação, visando aprimorar as ações de combate à fome;
10. Incentivar a criação de cooperativas agrícolas e de consumo, visando a promoção da agricultura familiar e o fortalecimento da economia local;
11. Desenvolver projetos de educação alimentar e nutricional para pessoas em situação de rua;
12. Realizar ações para a promoção do acesso à alimentação adequada em comunidades indígenas e quilombolas;
13. Incentivar a criação de bancos de alimentos comunitários, para distribuição de alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade;
14. Realizar campanhas de conscientização sobre o papel da alimentação saudável na prevenção de doenças crônicas;
15. Promover ações para a redução do consumo de alimentos ultraprocessados, incentivando a alimentação natural e orgânica;
16. Realizar ações de formação para os professores sobre a temática da alimentação saudável;
17. Fomentar a criação de grupos de consumo consciente de alimentos, incentivando a compra de alimentos produzidos de forma sustentável e justa;
18. Desenvolver projetos de horta urbana em comunidades carentes, visando a promoção da segurança alimentar;
19. Incentivar a adoção de práticas sustentáveis na produção e no consumo de alimentos, como a redução do uso de plásticos e embalagens descartáveis;
20. Realizar ações de educação alimentar e nutricional para idosos, visando a promoção da saúde na terceira idade;
21. Desenvolver projetos de educação nutricional para pessoas com deficiência, promovendo a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida;
22. Realizar ações de formação para agricultores familiares sobre técnicas de cultivo orgânico e agroecológico;
23. Promover ações de incentivo à diversificação da produção agrícola, visando o aumento da oferta de alimentos saudáveis e nutritivos;
24. Realizar campanhas de conscientização sobre a importância da preservação dos recursos naturais para a produção de alimentos;
25. Incentivar a criação de espaços de comercialização de alimentos produzidos localmente, como feiras livres e mercados municipais;
26. Realizar ações de educação alimentar e nutricional para famílias em situação de vulnerabilidade social, visando a promoção da segurança alimentar;
27. Desenvolver projetos de compostagem de resíduos orgânicos, visando a redução do desperdício de alimentos e a produção de adubo orgânico;
28. Incentivar a criação de sistemas de produção integrada, que combinem a produção de alimentos com a preservação do meio ambiente;
29. Realizar ações de educação ambiental para os estudantes, visando a promoção da sustentabilidade na produção e consumo de alimentos;
30. Estimular a criação de grupos de consumo colaborativo, que compartilhem alimentos produzidos de forma sustentável e justa;
31. Promover ações de incentivo à produção de alimentos em pequena escala, como a criação de quintais produtivos;
32. Realizar ações de conscientização sobre a importância da alimentação adequada para o desenvolvimento infantil;
33. Incentivar a criação de espaços de convivência comunitária, que promovam o compartilhamento de alimentos e a troca de experiências;
34. Desenvolver projetos de educação alimentar e nutricional para jovens em situação de vulnerabilidade, visando a promoção da saúde e do bem-estar;
35. Realizar ações de formação para os profissionais da educação sobre a temática da alimentação saudável e da segurança alimentar;
36. Incentivar a adoção de práticas de alimentação saudável nas escolas, como a oferta de alimentos orgânicos e a redução do consumo de açúcar e sal;
37. Realizar ações de conscientização sobre a importância da produção de alimentos sem agrotóxicos;
38. Promover ações de incentivo à criação de cooperativas de agricultores, visando a promoção da economia solidária e o fortalecimento da agricultura familiar;
39. Incentivar a criação de grupos de consumo de alimentos orgânicos, promovendo a alimentação saudável e a valorização dos produtores locais;
40. Realizar ações de educação alimentar e nutricional para gestantes, visando a promoção da saúde e do desenvolvimento fetal;
41. Desenvolver projetos de hortas comunitárias em espaços públicos, visando a promoção da alimentação saudável e da convivência comunitária;
42. Incentivar a criação de redes de cooperação entre produtores locais, visando a promoção da economia solidária e a valorização dos alimentos produzidos de forma sustentável;
43. Realizar ações de formação para os produtores rurais sobre técnicas de cultivo agroecológico, visando a produção de alimentos saudáveis e nutritivos;
44. Promover ações de conscientização sobre a importância da alimentação saudável para a prevenção
45. Incentivar a criação de sistemas agroflorestais, que combinem a produção de alimentos com a preservação da biodiversidade;
46. Realizar campanhas de incentivo ao consumo de alimentos saudáveis e nutritivos, como frutas, legumes e verduras;
47. Desenvolver projetos de educação alimentar e nutricional para idosos, visando a promoção da saúde e do envelhecimento ativo;
48. Incentivar a criação de sistemas de produção de alimentos sem uso de agrotóxicos, visando a promoção da saúde dos trabalhadores rurais;
49. Realizar ações de incentivo à criação de bancos de sementes crioulas, que preservem a diversidade de espécies vegetais e animais;
50. Promover ações de educação alimentar e nutricional para comunidades indígenas e quilombolas, visando a promoção da segurança alimentar e da preservação de suas culturas alimentares;
51. Incentivar a criação de espaços de lazer e convivência em áreas rurais, visando a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores do campo;
52. Realizar ações de conscientização sobre a importância da produção de alimentos em pequena escala para a preservação da biodiversidade;
53. Desenvolver projetos de educação alimentar e nutricional para pessoas em situação de rua, visando a promoção da segurança alimentar e da dignidade humana;
54. Incentivar a criação de grupos de troca de sementes e mudas entre produtores rurais, visando a promoção da agrobiodiversidade;
55. Realizar ações de formação para os consumidores sobre os impactos socioambientais e de saúde da produção de alimentos;
56. Promover ações de incentivo à agricultura urbana, visando a promoção da alimentação saudável e da convivência comunitária;
57. Incentivar a criação de espaços de comercialização de produtos agroecológicos em áreas urbanas;
58. Realizar ações de conscientização sobre os impactos da mudança climática na produção de alimentos e a importância da adoção de práticas sustentáveis;
59. Desenvolver projetos de educação alimentar e nutricional para pessoas com deficiência, visando a promoção da segurança alimentar e da inclusão social;
60. Incentivar a criação de redes de distribuição de alimentos produzidos de forma sustentável, visando a promoção da economia solidária e a valorização dos produtores locais.



[ v o l t a r ]

2.2 Até 2030, acabar com todas as formas de desnutrição, incluindo atingir, até 2025, as metas acordadas internacionalmente sobre nanismo e caquexia em crianças menores de cinco anos de idade, e atender às necessidades nutricionais dos adolescentes, mulheres grávidas e lactantes e pessoas idosas

1. Promover programas de conscientização sobre nutrição e saúde para estudantes, professores e funcionários.
2. Incentivar a educação sobre alimentação saudável desde a infância.
3. Fornecer refeições nutritivas e equilibradas nas escolas.
4. Integrar o ensino de nutrição em disciplinas como biologia, ciências, geografia e história.
5. Incluir atividades práticas de culinária e preparo de alimentos saudáveis na educação básica.
6. Oferecer programas de capacitação para professores sobre nutrição e saúde.
7. Criar hortas escolares para incentivar o cultivo de alimentos saudáveis.
8. Incentivar a participação dos pais na promoção de hábitos alimentares saudáveis em casa.
9. Promover campanhas de conscientização sobre a importância da amamentação para recém-nascidos e mães.
10. Oferecer orientação nutricional para mulheres grávidas e lactantes.
11. Realizar avaliações regulares do estado nutricional de crianças, adolescentes e idosos.
12. Fornecer suplementação nutricional para indivíduos com deficiências nutricionais.
13. Criar programas de educação sobre prevenção e tratamento da desnutrição infantil.
14. Incentivar a ingestão de água potável e segura nas escolas e em casa.
15. Promover programas de educação sobre higiene e saneamento básico.
16. Integrar o ensino sobre agricultura sustentável e agroecologia nas escolas.
17. Incentivar a produção e o consumo de alimentos orgânicos e agroecológicos.
18. Promover a participação em programas de distribuição de alimentos para populações vulneráveis.
19. Fornecer recursos educacionais sobre dietas vegetarianas e veganas saudáveis.
20. Incentivar a redução do consumo de alimentos processados e ultraprocessados.
21. Promover a participação em feiras orgânicas e agricultura familiar.
22. Fornecer informações sobre a origem e o processo de produção dos alimentos consumidos.
23. Integrar o ensino de culinária e preparo de alimentos saudáveis em programas de educação profissional.
24. Promover o desenvolvimento de habilidades culinárias e nutricionais em comunidades carentes.
25. Realizar campanhas de arrecadação de alimentos para doação a instituições de caridade.
26. Incentivar a participação em programas de coleta e reciclagem de resíduos orgânicos.
27. Integrar o ensino sobre mudanças climáticas e sustentabilidade na alimentação.
28. Promover a utilização de fontes de energia renovável na produção de alimentos.
29. Incentivar a participação em programas de produção de energia limpa em comunidades rurais.
30. Fornecer informações sobre os impactos ambientais da produção de alimentos.
31. Integrar o ensino de ciência e tecnologia de alimentos em cursos de graduação e pós-graduação.
32. Promover a pesquisa em nutrição e saúde pública.
33. Incentivar a participação em programas de voluntariado em comunidades carentes.
34. Realizar eventos e palestras sobre nutrição e saúde para a comunidade em geral.
35. Estimular a criação de redes de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade nutricional.
36. Desenvolver parcerias com organizações governamentais e não-governamentais para a promoção da alimentação saudável.
37. Incentivar a criação de empresas sociais voltadas para a produção de alimentos saudáveis.
38. Promover o uso de tecnologias de produção de alimentos mais sustentáveis e eficientes.
39. Realizar ações de conscientização sobre a importância da diversidade alimentar.
40. Integrar o ensino de nutrição em programas de formação continuada para profissionais da saúde.
41. Estimular a criação de programas de educação nutricional para idosos.
42. Desenvolver projetos de educação nutricional para pessoas em situação de vulnerabilidade social.
43. Incentivar a criação de programas de educação nutricional em empresas e instituições.
44. Realizar ações de conscientização sobre os impactos da publicidade de alimentos ultraprocessados na saúde.
45. Integrar o ensino sobre direitos humanos e nutrição em programas de educação básica.
46. Promover ações de combate à discriminação nutricional.
47. Incentivar a criação de bancos de alimentos em comunidades carentes.
48. Estimular a participação em programas de resgate de alimentos para doação.
49. Desenvolver projetos de aproveitamento integral dos alimentos.
50. Realizar campanhas de conscientização sobre a importância da água na nutrição.
51. Integrar o ensino sobre a relação entre nutrição e saúde mental.
52. Promover ações de combate à obesidade e ao sedentarismo.
53. Incentivar a criação de programas de educação nutricional em hospitais.
54. Estimular a criação de programas de alimentação saudável em instituições prisionais.
55. Desenvolver projetos de recuperação de áreas degradadas para a produção de alimentos saudáveis.
56. Realizar ações de conscientização sobre a importância da alimentação saudável para a prevenção de doenças crônicas.
57. Integrar o ensino de nutrição em programas de educação a distância.
58. Promover a criação de grupos de discussão sobre nutrição e saúde nas redes sociais.
59. Incentivar a criação de aplicativos para o acompanhamento da alimentação saudável.
60. Estimular a participação em programas de voluntariado em projetos de alimentação saudável.



[ v o l t a r ]

2.3 Até 2030, dobrar a produtividade agrícola e a renda dos pequenos produtores de alimentos, particularmente das mulheres, povos indígenas, agricultores familiares, pastores e pescadores, inclusive por meio de acesso seguro e igual à terra, outros recursos produtivos e insumos, conhecimento, serviços financeiros, mercados e oportunidades de agregação de valor e de emprego não agrícola

1. Promover a educação e a capacitação de pequenos produtores rurais, com ênfase em mulheres, povos indígenas, agricultores familiares, pastores e pescadores.
2. Desenvolver e implementar programas de treinamento para pequenos produtores rurais em áreas como gestão de negócios, técnicas de cultivo, preservação de recursos naturais e marketing.
3. Fornecer acesso à informação e tecnologias agrícolas modernas para pequenos produtores rurais.
4. Incentivar a criação de associações e cooperativas de pequenos produtores rurais para facilitar o acesso a insumos, serviços financeiros e mercados.
5. Promover a agricultura sustentável, incluindo práticas de agricultura de precisão e agricultura orgânica.
6. Desenvolver parcerias entre instituições de educação, empresas e organizações sem fins lucrativos para oferecer programas de mentoria para pequenos produtores rurais.
7. Realizar pesquisas para melhorar as técnicas de produção agrícola e desenvolver novas tecnologias para pequenos produtores rurais.
8. Desenvolver e implementar políticas de proteção e gestão de recursos naturais, como solos, água e florestas, para garantir a sustentabilidade agrícola a longo prazo.
9. Fornecer treinamento em técnicas de gestão de negócios para ajudar pequenos produtores rurais a gerenciar suas finanças e investimentos.
10. Promover a igualdade de gênero na agricultura, fornecendo treinamento especializado para mulheres agricultoras e garantindo o acesso igualitário a recursos produtivos, serviços financeiros e mercados.
11. Incentivar a participação dos jovens na agricultura, oferecendo programas de treinamento e oportunidades de emprego.
12. Desenvolver e implementar políticas de apoio à diversificação das atividades econômicas nas zonas rurais, como a criação de pequenas indústrias e atividades turísticas.
13. Promover a educação e conscientização sobre a importância da segurança alimentar e nutricional para a saúde e o bem-estar das comunidades rurais.
14. Fornecer acesso à educação e treinamento em habilidades básicas para pequenos produtores rurais, incluindo alfabetização e habilidades de comunicação.
15. Fornecer acesso a tecnologias de informação e comunicação para ajudar pequenos produtores rurais a se conectar com mercados, fornecedores e parceiros de negócios.
16. Desenvolver parcerias com outras organizações e agências governamentais para fornecer assistência técnica e financeira aos pequenos produtores rurais.
17. Promover a agroecologia como uma abordagem sustentável para a produção de alimentos e a preservação dos recursos naturais.
18. Realizar campanhas de conscientização sobre a importância da diversificação de culturas e a utilização de sementes e variedades de plantas adaptadas às condições locais.
19. Desenvolver programas de conservação do solo e da água para melhorar a produtividade agrícola e reduzir o impacto ambiental.
20. Oferecer treinamento em técnicas de manejo integrado de pragas e doenças para reduzir o uso de pesticidas e herbicidas químicos.
21. Promover a agricultura de subsistência e o desenvolvimento de sistemas alimentares locais para melhorar a segurança alimentar e reduzir a dependência de alimentos importados.
22. Desenvolver e implementar políticas para garantir o acesso igualitário a terra e recursos produtivos para pequenos produtores rurais, incluindo mulheres, povos indígenas e comunidades tradicionais.
23. Desenvolver programas de certificação e rotulagem de produtos agrícolas sustentáveis para incentivar os consumidores a escolher produtos que apoiem a agricultura sustentável.
24. Promover a pesquisa e o desenvolvimento de variedades de plantas adaptadas às condições locais e resistentes a doenças e pragas.
25. Oferecer treinamento em técnicas de armazenamento e conservação de alimentos para reduzir as perdas pós-colheita.
26. Desenvolver programas de apoio à comercialização de produtos agrícolas para pequenos produtores rurais, incluindo acesso a mercados locais e internacionais.
27. Promover a integração entre a agricultura e outras atividades econômicas, como a criação de animais e a produção de artesanato.
28. Oferecer treinamento em técnicas de processamento de alimentos para agregar valor aos produtos agrícolas e aumentar a renda dos pequenos produtores rurais.
29. Desenvolver programas de microcrédito e outras formas de apoio financeiro para ajudar os pequenos produtores rurais a investir em suas atividades.
30. Promover a educação ambiental nas comunidades rurais para aumentar a conscientização sobre a importância da conservação dos recursos naturais.
31. Desenvolver e implementar políticas de incentivo à conservação da biodiversidade nas áreas rurais.
32. Oferecer treinamento em técnicas de irrigação e manejo da água para melhorar a eficiência no uso da água na produção agrícola.
33. Promover a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias para a produção de bioenergia a partir de resíduos agrícolas.
34. Desenvolver programas de monitoramento e avaliação dos impactos das atividades agrícolas na saúde e bem-estar das comunidades rurais.
35. Promover a integração entre a agricultura e a saúde, oferecendo treinamento em técnicas de cultivo de plantas medicinais e alimentos funcionais.
36. Desenvolver programas de apoio à transição para a agricultura orgânica e outras formas de agricultura sustentável.
37. Oferecer treinamento em técnicas de gestão ambiental para ajudar os pequenos produtores rurais a reduzir o impacto ambiental de suas atividades.
38. Promover a criação de redes de cooperação entre os pequenos produtores rurais para troca de informações e experiências.
39. Desenvolver e implementar políticas de incentivo à conservação e recuperação de áreas degradadas nas áreas rurais.
40. Oferecer treinamento em técnicas de agrofloresta para promover a diversificação da produção agrícola e a conservação da biodiversidade.
41. Promover a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias para a produção de alimentos a partir de fontes alternativas, como insetos e plantas não convencionais.
42. Desenvolver programas de apoio à agricultura urbana e periurbana para aumentar o acesso a alimentos frescos e saudáveis nas cidades.
43. Oferecer treinamento em técnicas de produção de alimentos em pequena escala para ajudar os pequenos produtores rurais a diversificar sua produção.
44. Promover a integração entre a agricultura e o turismo, oferecendo treinamento em técnicas de agroturismo e ecoturismo.
45. Desenvolver programas de apoio à produção e comercialização de produtos agroecológicos e orgânicos.
46. Oferecer treinamento em técnicas de manejo florestal para ajudar os pequenos produtores rurais a utilizar de forma sustentável os recursos florestais.
47. Promover a educação em empreendedorismo e gestão de negócios para ajudar os pequenos produtores rurais a gerir melhor suas atividades.
48. Desenvolver programas de capacitação em tecnologias de informação e comunicação para ajudar os pequenos produtores rurais a acessar informações e serviços.
49. Promover a inclusão de jovens e mulheres na agricultura, oferecendo treinamento em técnicas de produção agrícola e empreendedorismo.
50. Desenvolver e implementar políticas de incentivo à conservação dos recursos hídricos nas áreas rurais.
51. Oferecer treinamento em técnicas de produção de alimentos sem agrotóxicos para promover a saúde e o bem-estar das comunidades rurais.
52. Promover a criação de cooperativas agrícolas para ajudar os pequenos produtores rurais a negociar melhores preços e a ter acesso a insumos e serviços.
53. Desenvolver programas de apoio à produção e comercialização de produtos agrícolas de origem animal, como leite e carne.
54. Oferecer treinamento em técnicas de produção de alimentos em sistemas aquapônicos e hidropônicos.
55. Promover a conservação e o uso sustentável dos recursos genéticos das plantas cultivadas nas áreas rurais.
56. Desenvolver programas de apoio à produção e comercialização de produtos agrícolas não convencionais, como frutas nativas e plantas medicinais.
57. Oferecer treinamento em técnicas de gestão da qualidade e segurança alimentar para garantir a qualidade e a segurança dos alimentos produzidos nas áreas rurais.
58. Promover a educação financeira nas comunidades rurais para ajudar os pequenos produtores rurais a gerir melhor seus recursos financeiros.
59. Desenvolver e implementar políticas de incentivo à produção e consumo de alimentos saudáveis e sustentáveis.
60. Oferecer treinamento em técnicas de gestão da propriedade rural para ajudar os pequenos produtores rurais a melhorar a eficiência e a rentabilidade de suas atividades.



[ v o l t a r ]

2.4 Até 2030, garantir sistemas sustentáveis de produção de alimentos e implementar práticas agrícolas resilientes, que aumentem a produtividade e a produção, que ajudem a manter os ecossistemas, que fortaleçam a capacidade de adaptação às mudanças climáticas, às condições meteorológicas extremas, secas, inundações e outros desastres, e que melhorem progressivamente a qualidade da terra e do solo

1. Incentivar a produção de alimentos orgânicos e o uso de práticas agrícolas sustentáveis;
2. Fornecer treinamentos e capacitações para agricultores sobre técnicas de cultivo sustentáveis;
3. Incentivar a utilização de sementes crioulas e variedades locais;
4. Desenvolver programas educacionais para aumentar a conscientização sobre a importância da preservação da biodiversidade;
5. Ensinar sobre técnicas de irrigação eficientes;
6. Fornecer informações sobre a importância da rotação de culturas e técnicas de cultivo intercalar;
7. Ensinar sobre a importância da conservação do solo e da água;
8. Fornecer informações sobre a utilização de adubos naturais e compostagem;
9. Promover a agricultura familiar e o desenvolvimento de cooperativas agrícolas;
10. Fornecer informações sobre os impactos ambientais da agricultura intensiva;
11. Ensinar sobre a importância da preservação das áreas de floresta e mata ciliar;
12. Fornecer informações sobre técnicas de recuperação de áreas degradadas;
13. Incentivar a utilização de agroflorestas;
14. Promover a produção de alimentos em pequena escala e a venda direta ao consumidor;
15. Ensinar sobre a importância da biodiversidade para a segurança alimentar;
16. Fornecer informações sobre a importância da polinização e técnicas de polinização artificial;
17. Incentivar a utilização de técnicas de controle biológico de pragas e doenças;
18. Ensinar sobre a importância da diversificação de culturas;
19. Fornecer informações sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde humana e no meio ambiente;
20. Incentivar a utilização de tecnologias de baixo impacto ambiental;
21. Ensinar sobre a importância da agroecologia;
22. Fornecer informações sobre a importância do manejo adequado do solo e do uso de técnicas de conservação do solo;
23. Incentivar a utilização de sistemas agroflorestais;
24. Ensinar sobre a importância da preservação das sementes e da diversidade genética;
25. Fornecer informações sobre a importância da conservação dos recursos hídricos;
26. Incentivar a utilização de tecnologias de irrigação por gotejamento e outras técnicas de irrigação eficientes;
27. Ensinar sobre a importância da preservação dos biomas brasileiros;
28. Fornecer informações sobre técnicas de produção de alimentos em pequena escala;
29. Incentivar a utilização de sistemas de produção de alimentos em pequena escala;
30. Ensinar sobre a importância da preservação dos ecossistemas e da diversidade biológica;
31. Fornecer informações sobre a importância da preservação dos solos;
32. Incentivar a utilização de técnicas de produção de alimentos em sistemas agroflorestais;
33. Ensinar sobre a importância da conservação do solo e do uso de técnicas de conservação do solo;
34. Fornecer informações sobre a importância da preservação das áreas de reserva legal e das áreas de preservação permanente;
35. Incentivar a utilização de práticas de manejo do solo que melhorem sua qualidade e produtividade;
36. Ensinar sobre a importância da conservação da biodiversidade para a produção de alimentos;
37. Fornecer informações sobre a importância da preservação dos recursos naturais para a segurança alimentar;
38. Incentivar a utilização de técnicas de cultivo que reduzam a emissão de gases de efeito estufa;
39. Ensinar sobre a importância da adaptação às mudanças climáticas na produção de alimentos;
40. Fornecer informações sobre técnicas de produção de alimentos em áreas urbanas;
41. Incentivar a utilização de tecnologias de produção de alimentos em áreas urbanas;
42. Ensinar sobre a importância da produção de alimentos em pequena escala para a segurança alimentar;
43. Fornecer informações sobre a importância da conservação dos recursos hídricos para a produção de alimentos;
44. Incentivar a utilização de técnicas de produção de alimentos que reduzam o desperdício de água;
45. Ensinar sobre a importância da preservação dos recursos naturais para a produção de alimentos em áreas rurais;
46. Fornecer informações sobre técnicas de conservação do solo em áreas rurais;
47. Incentivar a utilização de técnicas de produção de alimentos que reduzam a erosão do solo;
48. Ensinar sobre a importância da preservação da diversidade genética de plantas e animais;
49. Fornecer informações sobre técnicas de produção de alimentos em sistemas agroflorestais que aumentem a biodiversidade;
50. Incentivar a utilização de práticas de manejo integrado de pragas e doenças;
51. Ensinar sobre a importância da utilização de plantas medicinais e ervas aromáticas na produção de alimentos;
52. Fornecer informações sobre a importância da diversificação de culturas para a segurança alimentar;
53. Incentivar a utilização de técnicas de produção de alimentos que reduzam o uso de agroquímicos;
54. Ensinar sobre a importância da utilização de fontes renováveis de energia na produção de alimentos;
55. Fornecer informações sobre técnicas de produção de alimentos que aumentem a resiliência dos ecossistemas;
56. Incentivar a utilização de técnicas de produção de alimentos que reduzam a dependência de insumos externos;
57. Ensinar sobre a importância da conservação dos recursos hídricos em áreas urbanas;
58. Fornecer informações sobre a importância da preservação dos recursos naturais para a produção de alimentos em áreas urbanas;
59. Incentivar a utilização de técnicas de produção de alimentos em sistemas hidropônicos;
60. Ensinar sobre a importância da utilização de tecnologias de produção de alimentos que reduzam o impacto ambiental.



[ v o l t a r ]

2.5 Até 2020, manter a diversidade genética de sementes, plantas cultivadas, animais de criação e domesticados e suas respectivas espécies selvagens, inclusive por meio de bancos de sementes e plantas diversificados e bem geridos em nível nacional, regional e internacional, e garantir o acesso e a repartição justa e equitativa dos benefícios decorrentes da utilização dos recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados, como acordado internacionalmente

1. Incentivar a conservação da diversidade genética de sementes, plantas cultivadas, animais de criação e domesticados e suas respectivas espécies selvagens.
2. Desenvolver bancos de sementes e plantas diversificados e bem geridos em nível nacional, regional e internacional.
3. Promover a utilização sustentável dos recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados.
4. Divulgar informações sobre os benefícios decorrentes da utilização dos recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados.
5. Estimular o intercâmbio de informações e conhecimentos entre os países para o desenvolvimento de estratégias de conservação.
6. Fomentar a pesquisa científica voltada para a conservação da diversidade genética.
7. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de sementes e plantas diversificados.
8. Promover a educação ambiental para a conservação da diversidade genética.
9. Estimular a adoção de práticas agroecológicas para a conservação da diversidade genética.
10. Incentivar a produção de sementes e mudas por agricultores familiares.
11. Promover o acesso e a repartição justa e equitativa dos benefícios decorrentes da utilização dos recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados.
12. Desenvolver sistemas de monitoramento da diversidade genética.
13. Realizar estudos sobre a diversidade genética e sua importância para a segurança alimentar.
14. Estimular a participação das comunidades locais na gestão dos bancos de sementes e plantas diversificados.
15. Estimular a produção de variedades locais de alimentos.
16. Desenvolver políticas públicas voltadas para a conservação da diversidade genética.
17. Promover a certificação de produtos que utilizam recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados de forma sustentável.
18. Fomentar a criação de redes de cooperação para a conservação da diversidade genética.
19. Desenvolver estratégias para o manejo e conservação da diversidade genética de animais.
20. Incentivar a preservação de raças animais em risco de extinção.
21. Promover a pesquisa científica sobre a diversidade genética de animais.
22. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de germoplasma de animais.
23. Estimular a criação de sistemas agroflorestais para a conservação da diversidade genética.
24. Incentivar a conservação da diversidade genética de espécies selvagens.
25. Promover o turismo ecológico como uma alternativa sustentável para a conservação da diversidade genética.
26. Estimular a pesquisa científica sobre a diversidade genética de espécies selvagens.
27. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de germoplasma de espécies selvagens.
28. Fomentar a criação de áreas protegidas para a conservação da diversidade genética.
29. Incentivar a preservação de espécies vegetais em risco de extinção.
30. Promover a recuperação de áreas degradadas para a conservação da diversidade genética.
31. Estimular a conservação da diversidade genética de peixes e outros organismos aquáticos.
32. Desenvolver estratégias para a gestão e conservação da diversidade genética de organismos aquáticos.
33. Incentivar a adoção de práticas sustentáveis na pesca e aquicultura.
34. Promover a pesquisa científica sobre a diversidade genética de organismos aquáticos.
35. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de germoplasma de organismos aquáticos.
36. Fomentar a criação de reservas marinhas para a conservação da diversidade genética de organismos aquáticos.
37. Estimular a conservação da diversidade genética de micro-organismos.
38. Promover a pesquisa científica sobre a diversidade genética de micro-organismos.
39. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de germoplasma de micro-organismos.
40. Incentivar a utilização sustentável de micro-organismos na agricultura e outras áreas.
41. Fomentar a criação de redes de cooperação para a conservação da diversidade genética de micro-organismos.
42. Estimular a participação das comunidades locais na conservação da diversidade genética.
43. Promover a inclusão da diversidade genética nas políticas públicas de desenvolvimento.
44. Desenvolver estratégias para a conservação da diversidade genética em áreas urbanas.
45. Incentivar a criação de jardins botânicos e outras áreas verdes para a conservação da diversidade genética.
46. Promover a educação ambiental para a conservação da diversidade genética em áreas urbanas.
47. Estimular a participação da população na conservação da diversidade genética em áreas urbanas.
48. Desenvolver estratégias para a conservação da diversidade genética em áreas rurais.
49. Incentivar a adoção de práticas agroecológicas para a conservação da diversidade genética em áreas rurais.
50. Promover a participação das comunidades locais na conservação da diversidade genética em áreas rurais.
51. Estimular a criação de sistemas de produção de alimentos baseados na diversidade genética em áreas rurais.
52. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de germoplasma em áreas rurais.
53. Fomentar a criação de cooperativas para a produção e comercialização de alimentos baseados na diversidade genética em áreas rurais.
54. Estimular a conservação da diversidade genética de plantas medicinais.
55. Promover a pesquisa científica sobre a diversidade genética de plantas medicinais.
56. Desenvolver programas de capacitação para a gestão de bancos de germoplasma de plantas medicinais.
57. Incentivar o uso sustentável de plantas medicinais.
58. Fomentar a criação de redes de cooperação para a conservação da diversidade genética de plantas medicinais.
59. Estimular a participação das comunidades locais na conservação da diversidade genética de plantas medicinais.
60. Promover a inclusão da diversidade genética de plantas medicinais nas políticas públicas de saúde e bem-estar.


[ v o l t a r ]

2.a Aumentar o investimento, inclusive via o reforço da cooperação internacional, em infraestrutura rural, pesquisa e extensão de serviços agrícolas, desenvolvimento de tecnologia, e os bancos de genes de plantas e animais, para aumentar a capacidade de produção agrícola nos países em desenvolvimento, em particular nos países menos desenvolvidos

1. Criar cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Agrárias e Engenharia Agrícola para formar profissionais capacitados a trabalhar em infraestrutura rural.
2. Desenvolver projetos de pesquisa em parceria com instituições internacionais para melhorar a produção agrícola nos países em desenvolvimento.
3. Estimular a criação de startups que desenvolvam soluções tecnológicas para a produção agrícola.
4. Oferecer cursos de extensão em áreas rurais para disseminar conhecimentos sobre boas práticas agrícolas.
5. Fomentar a criação de grupos de estudo sobre tecnologias de produção agrícola.
6. Estabelecer parcerias com empresas de sementes e insumos agrícolas para incentivar a pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias.
7. Oferecer treinamentos em gestão de propriedades rurais para aumentar a eficiência produtiva.
8. Promover a educação ambiental para conscientizar sobre os impactos da produção agrícola no meio ambiente.
9. Criar cursos de especialização em gestão de recursos hídricos para aumentar a eficiência no uso da água na produção agrícola.
10. Incentivar o uso de tecnologias limpas na produção agrícola.
11. Fomentar a criação de cooperativas para melhorar a organização dos produtores rurais.
12. Criar cursos de capacitação para produção e comercialização de produtos orgânicos.
13. Estimular o uso de energias renováveis na produção agrícola.
14. Oferecer treinamentos em conservação de solos para prevenir a erosão e aumentar a produtividade agrícola.
15. Promover a utilização de sistemas agroflorestais para conservação da biodiversidade.
16. Desenvolver projetos de agricultura urbana para incentivar a produção de alimentos em áreas urbanas.
17. Estimular a criação de hortas escolares para ensinar crianças e jovens sobre agricultura e nutrição.
18. Oferecer treinamentos em agricultura de precisão para aumentar a eficiência produtiva.
19. Fomentar a criação de redes de produção e comercialização de alimentos para fortalecer a economia local.
20. Criar cursos de formação de técnicos agrícolas para atuar em áreas rurais.
21. Promover a educação alimentar para incentivar uma alimentação saudável.
22. Estimular a criação de sistemas de irrigação eficientes para aumentar a produtividade agrícola.
23. Oferecer treinamentos em produção de biocombustíveis para aumentar a diversificação energética.
24. Fomentar a criação de grupos de pesquisa em Agroecologia.
25. Desenvolver projetos de produção de alimentos em áreas degradadas para recuperar o solo.
26. Estimular a criação de cooperativas de crédito para facilitar o acesso ao financiamento para a produção agrícola.
27. Oferecer treinamentos em gestão de resíduos agrícolas para reduzir os impactos ambientais.
28. Promover a criação de áreas protegidas para conservação da biodiversidade.
29. Estimular a criação de agroindústrias para agregar valor aos produtos agrícolas.
30. Oferecer cursos de capacitação em produção de alimentos em larga escala.
31. Fomentar a criação de parcerias público-privadas para financiamento de projetos agrícolas.
32. Criar cursos de formação de empreendedores rurais.
33. Promover a produção de alimentos para mercados locais.
34. Estimular a produção de alimentos em comunidades tradicionais.
35. Oferecer treinamentos em gestão ambiental para produtores rurais.
36. Fomentar a criação de sistemas de irrigação por gotejamento para economia de água.
37. Desenvolver projetos de produção de alimentos em áreas de periferia.
38. Estimular a produção de alimentos em sistemas integrados de produção.
39. Oferecer cursos de formação de multiplicadores em agroecologia.
40. Promover a produção de alimentos para a merenda escolar.
41. Estimular a produção de alimentos em áreas de transição agroecológica.
42. Oferecer treinamentos em produção de alimentos em sistemas de policultivo.
43. Fomentar a criação de bancos comunitários de sementes.
44. Desenvolver projetos de produção de alimentos em áreas degradadas em parceria com a comunidade local.
45. Promover a criação de sistemas agroecológicos em áreas urbanas.
46. Estimular a produção de alimentos em áreas de conservação ambiental.
47. Oferecer cursos de formação de técnicos em agroecologia.
48. Fomentar a criação de sistemas de produção animal em consórcio com culturas agrícolas.
49. Desenvolver projetos de produção de alimentos em áreas de reflorestamento.
50. Promover a criação de sistemas de produção de alimentos em áreas semiáridas.
51. Estimular a produção de alimentos em sistemas de permacultura.
52. Oferecer treinamentos em produção de alimentos em sistemas de produção integrada.
53. Fomentar a criação de sistemas de produção de alimentos em áreas de recuperação de nascentes.
54. Desenvolver projetos de produção de alimentos em áreas de conservação de recursos hídricos.
55. Promover a produção de alimentos em áreas de assentamentos rurais.
56. Estimular a produção de alimentos em áreas de florestas plantadas.
57. Oferecer cursos de formação de técnicos em silvicultura.
58. Fomentar a criação de sistemas de produção de alimentos em áreas de reservas extrativistas.
59. Desenvolver projetos de produção de alimentos em áreas de recuperação de matas ciliares.
60. Promover a produção de alimentos em áreas de territórios indígenas.



[ v o l t a r ]

2.b Corrigir e prevenir as restrições ao comércio e distorções nos mercados agrícolas mundiais, incluindo a eliminação paralela de todas as formas de subsídios à exportação e todas as medidas de exportação com efeito equivalente, de acordo com o mandato da Rodada de Desenvolvimento de Doha

1. Promover a conscientização sobre os desafios enfrentados pelos agricultores de países em desenvolvimento devido a subsídios à exportação e medidas de exportação com efeito equivalente.
2. Incentivar os estudantes a compreender a importância do comércio agrícola justo e equitativo para o desenvolvimento sustentável global.
3. Fornecer informações detalhadas sobre as negociações da Rodada de Desenvolvimento de Doha da OMC (Organização Mundial do Comércio) e suas implicações para o comércio agrícola mundial.
4. Incentivar a participação dos estudantes em discussões sobre o comércio agrícola mundial e suas implicações sociais, econômicas e ambientais.
5. Promover a compreensão dos estudantes sobre as distorções nos mercados agrícolas mundiais e seu impacto na segurança alimentar global.
6. Explorar estratégias para aumentar a eficiência e a competitividade dos agricultores de países em desenvolvimento, a fim de permitir que eles compitam no mercado global.
7. Fornecer informações sobre iniciativas internacionais que visam promover a liberalização do comércio agrícola e reduzir as distorções nos mercados.
8. Estudar a interdependência dos países no comércio agrícola mundial e sua relação com a segurança alimentar global.
9. Analisar a eficácia das medidas políticas destinadas a corrigir as distorções nos mercados agrícolas mundiais.
10. Encorajar os estudantes a se envolver em atividades de voluntariado com organizações que trabalham na promoção do comércio agrícola justo e sustentável.
11. Desenvolver programas de estudo no campo da agricultura sustentável e do comércio agrícola internacional.
12. Conscientizar os estudantes sobre a importância da igualdade de gênero no comércio agrícola.
13. Fornecer informações sobre a história e evolução do comércio agrícola global e suas implicações para o desenvolvimento sustentável.
14. Estimular o diálogo e o debate entre os estudantes sobre questões relacionadas ao comércio agrícola internacional e às políticas comerciais.
15. Analisar as implicações das políticas comerciais nacionais no comércio agrícola global.
16. Promover a conscientização sobre as oportunidades e desafios enfrentados pelos agricultores de países em desenvolvimento no comércio agrícola global.
17. Estudar o papel das organizações internacionais na promoção do comércio agrícola justo e sustentável.
18. Desenvolver programas de estudo que incentivem a inovação e o empreendedorismo no setor agrícola.
19. Promover a compreensão das implicações do comércio agrícola global para a biodiversidade e os ecossistemas.
20. Estudar a relação entre o comércio agrícola global e as mudanças climáticas.
21. Analisar o impacto das práticas agrícolas sustentáveis na competitividade dos agricultores de países em desenvolvimento no mercado global.
22. Fornecer informações sobre as consequências do dumping agrícola para os agricultores de países em desenvolvimento.
23. Estimular a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias agrícolas sustentáveis e a transferência de tecnologia para países em desenvolvimento.
24. Analisar os desafios enfrentados pelos agricultores familiares de países em desenvolvimento no comércio agrícola global.
25. Explorar as implicações da globalização para a agricultura e o comércio agrícola.
26. Conscientizar os estudantes sobre os impactos sociais e econômicos do comércio agrícola global em países em desenvolvimento.
27. Estudar as políticas de comércio agrícola de países em desenvolvimento e seu impacto no comércio agrícola global.
28. Promover a compreensão das questões de segurança alimentar e nutricional no comércio agrícola global.
29. Fornecer informações sobre as políticas comerciais de países desenvolvidos em relação ao comércio agrícola.
30. Analisar a eficácia das medidas de proteção comercial para os agricultores de países em desenvolvimento.
31. Estudar o papel das corporações agrícolas transnacionais no comércio agrícola global.
32. Promover a conscientização sobre as barreiras não tarifárias ao comércio agrícola.
33. Estimular o debate sobre as implicações da liberalização do comércio agrícola para a segurança alimentar global.
34. Fornecer informações sobre as políticas de comércio justo e sustentável de organizações não governamentais.
35. Estudar as consequências do comércio agrícola global para a saúde pública.
36. Analisar a relação entre o comércio agrícola global e a urbanização.
37. Promover a compreensão dos estudantes sobre as questões de propriedade intelectual no comércio agrícola global.
38. Desenvolver programas de estudo que incentivem a participação dos estudantes em iniciativas de comércio justo e sustentável.
39. Conscientizar os estudantes sobre as implicações do comércio agrícola global para a cultura e a tradição.
40. Fornecer informações sobre as implicações do comércio agrícola global para a economia global.
41. Estudar as políticas de subsídios agrícolas dos países desenvolvidos e sua relação com as distorções nos mercados agrícolas mundiais.
42. Promover a conscientização sobre a necessidade de promover a agricultura familiar sustentável em países em desenvolvimento.
43. Estimular o diálogo entre os estudantes sobre a relação entre o comércio agrícola global e a governança global.
44. Fornecer informações sobre as políticas de comércio agrícola da União Europeia e sua relação com o comércio agrícola mundial.
45. Analisar a eficácia das políticas de comércio agrícola dos países em desenvolvimento na proteção dos interesses dos agricultores locais.
46. Estudar as implicações da urbanização no comércio agrícola global.
47. Promover a compreensão das consequências da especulação de commodities no comércio agrícola global.
48. Desenvolver programas de estudo que abordem as questões de gênero no comércio agrícola global.
49. Fornecer informações sobre as políticas de comércio agrícola da China e sua relação com o comércio agrícola mundial.
50. Analisar as políticas de comércio agrícola dos países em desenvolvimento em relação às cadeias de suprimentos globais.
51. Estudar a relação entre o comércio agrícola global e a segurança cibernética.
52. Promover a conscientização sobre a necessidade de investir em infraestrutura de transporte e logística para melhorar o comércio agrícola global.
53. Fornecer informações sobre as políticas de comércio agrícola da Índia e sua relação com o comércio agrícola mundial.
54. Analisar a relação entre o comércio agrícola global e os conflitos internacionais.
55. Estudar a eficácia das políticas de comércio agrícola dos países em desenvolvimento na proteção do meio ambiente.
56. Promover a compreensão das implicações do comércio agrícola global para a soberania alimentar.
57. Desenvolver programas de estudo que abordem as questões de migração e deslocamento populacional no contexto do comércio agrícola global.
58. Fornecer informações sobre as políticas de comércio agrícola dos Estados Unidos e sua relação com o comércio agrícola mundial.
59. Analisar a relação entre o comércio agrícola global e a saúde animal e vegetal.
60. Estudar a relação entre o comércio agrícola global e a economia circular.


[ v o l t a r ]

2.c Adotar medidas para garantir o funcionamento adequado dos mercados de commodities de alimentos e seus derivados, e facilitar o acesso oportuno à informação de mercado, inclusive sobre as reservas de alimentos, a fim de ajudar a limitar a volatilidade extrema dos preços dos alimentos

1. Desenvolva programas de estudos sobre a importância dos mercados de commodities de alimentos e seus derivados.
2. Ensine sobre o papel dos mercados de commodities de alimentos na economia global e seu impacto na segurança alimentar.
3. Incentive a pesquisa sobre a volatilidade dos preços dos alimentos e as medidas que podem ser adotadas para limitá-la.
4. Crie cursos sobre como os governos podem facilitar o acesso à informação de mercado.
5. Ofereça programas de estudos sobre como as organizações internacionais podem desempenhar um papel na regulação dos mercados de commodities de alimentos.
6. Incentive os alunos a explorar as questões éticas relacionadas aos mercados de commodities de alimentos.
7. Ensine sobre a importância de se ter reservas adequadas de alimentos em caso de emergências.
8. Incentive a pesquisa sobre a forma como as reservas de alimentos podem ser gerenciadas de forma eficaz.
9. Ofereça cursos sobre como os governos podem incentivar a produção de alimentos em momentos de escassez.
10. Ensine sobre a importância da cooperação internacional na gestão da volatilidade dos preços dos alimentos.
11. Incentive a pesquisa sobre o impacto da especulação nos mercados de commodities de alimentos.
12. Ofereça cursos sobre como os investidores podem reduzir os riscos associados à volatilidade dos preços dos alimentos.
13. Ensine sobre o papel dos bancos de investimento na gestão do risco associado aos mercados de commodities de alimentos.
14. Incentive a pesquisa sobre o impacto das mudanças climáticas nos mercados de commodities de alimentos.
15. Ofereça programas de estudos sobre como as mudanças climáticas podem afetar a segurança alimentar.
16. Ensine sobre a importância da agricultura sustentável na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
17. Incentive a pesquisa sobre as melhores práticas agrícolas para reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos.
18. Ofereça cursos sobre como os produtores podem reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos por meio de uma melhor gestão da produção.
19. Ensine sobre o papel das políticas públicas na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
20. Incentive a pesquisa sobre as políticas públicas mais eficazes para reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos.
21. Ofereça programas de estudos sobre o papel da tecnologia na gestão da volatilidade dos preços dos alimentos.
22. Ensine sobre o uso da tecnologia para monitorar os mercados de commodities de alimentos.
23. Incentive a pesquisa sobre as tecnologias emergentes que podem ajudar a reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos.
24. Ofereça cursos sobre como os consumidores podem se proteger da volatilidade dos preços dos alimentos.
25. Ensine sobre a importância de diversificar a dieta para reduzir a exposição aos preços voláteis dos alimentos.
26. Incentive a pesquisa sobre a forma como a diversificação da dieta pode reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos.
27. Ofereça programas de estudos sobre como os programas de transferência de renda podem ajudar a reduzir a insegurança alimentar em tempos de crise.
28. Ensine sobre o papel das organizações da sociedade civil na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
29. Incentive a pesquisa sobre o papel das organizações da sociedade civil na promoção da segurança alimentar.
30. Ofereça cursos sobre como os produtores podem diversificar sua produção para reduzir a exposição aos preços voláteis dos alimentos.
31. Ensine sobre a importância da transparência nos mercados de commodities de alimentos.
32. Incentive a pesquisa sobre como a transparência pode ajudar a reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos.
33. Ofereça programas de estudos sobre como a educação financeira pode ajudar os produtores a gerenciar o risco associado à volatilidade dos preços dos alimentos.
34. Ensine sobre o papel da regulação na gestão da volatilidade dos preços dos alimentos.
35. Incentive a pesquisa sobre a eficácia da regulação na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
36. Ofereça cursos sobre como os investidores podem fazer investimentos responsáveis nos mercados de commodities de alimentos.
37. Ensine sobre a importância da sustentabilidade na gestão da volatilidade dos preços dos alimentos.
38. Incentive a pesquisa sobre as melhores práticas de gestão sustentável dos mercados de commodities de alimentos.
39. Ofereça programas de estudos sobre o papel da cooperação internacional na gestão da volatilidade dos preços dos alimentos.
40. Ensine sobre o papel das políticas fiscais na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
41. Incentive a pesquisa sobre a eficácia das políticas fiscais na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
42. Ofereça cursos sobre como os consumidores podem tomar decisões de compra mais informadas para se proteger da volatilidade dos preços dos alimentos.
43. Ensine sobre a importância da promoção da igualdade de gênero na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
44. Incentive a pesquisa sobre o impacto da igualdade de gênero na segurança alimentar.
45. Ofereça programas de estudos sobre o papel das comunidades locais na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
46. Ensine sobre o papel das redes de segurança alimentar na redução da volatilidade dos preços dos alimentos.
47. Incentive a pesquisa sobre as melhores práticas para estabelecer redes de segurança alimentar eficazes.
48. Ofereça cursos sobre como os governos podem incentivar a produção de alimentos de forma mais sustentável.
49. Ensine sobre a importância da proteção social na redução da insegurança alimentar.
50. Incentive a pesquisa sobre a eficácia dos programas de proteção social na promoção da segurança alimentar.
51. Ofereça programas de estudos sobre o papel da tecnologia na promoção da segurança alimentar.
52. Ensine sobre o uso da tecnologia para melhorar a eficiência dos mercados de commodities de alimentos.
53. Incentive a pesquisa sobre as tecnologias emergentes que podem ajudar a melhorar a gestão da volatilidade dos preços dos alimentos.
54. Ofereça cursos sobre como os consumidores podem reduzir o desperdício de alimentos em suas próprias casas.
55. Ensine sobre o papel da educação alimentar na promoção da segurança alimentar.
56. Incentive a pesquisa sobre as melhores práticas de educação alimentar.
57. Ofereça programas de estudos sobre o papel dos sistemas alimentares locais na promoção da segurança alimentar.
58. Ensine sobre o uso de políticas de compras públicas para promover sistemas alimentares locais.
59. Incentive a pesquisa sobre as melhores práticas para promover sistemas alimentares locais.
60. Ofereça cursos sobre como os governos podem colaborar com a indústria alimentar para reduzir a volatilidade dos preços dos alimentos.

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