Objetivo 14: Vida na água

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| Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável |
| Vida submarina: O Objetivo 14 busca promover a conservação e o uso sustentável dos oceanos, mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável. Este objetivo requer o reconhecimento por parte do governo, da indústria e da comunidade, do valor e importância das áreas costeiras e oceanos. O atingimento deste objetivo exigirá a colaboração para melhorar a capacidade de pesquisa, do conhecimento científico e do intercâmbio de tecnologia marinha não só para melhorar a saúde dos oceanos, mas também para conscientizar sobre o papel da biodiversidade marinha nos países em vias de desenvolvimento. |
Objetivo 14: Vida na água.
Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável
Os oceanos do planeta – suas temperaturas e vidas marinhas – são responsáveis para garantir que a Terra seja um local habitável. Como gerenciamos esses recursos é vital para a humanidade como um todo, para contrabalancear a mudança global do clima.
Oceanos absorvem mais de 30 por cento do dióxido de carbono produzido por humanos e, atualmente, vemos um aumento de 26 por cento na acidificação dos oceanos, desde o começo da revolução industrial. A poluição marinha está alcançando níveis alarmantes, com aproximadamente 13 mil unidades de lixo plástico encontradas em cada quilômetro quadrado do oceano.
Os ODS garantem o gerenciamento sustentável e a proteção dos ecossistemas marinhos e costeiros, assim como combater os impactos da acidificação dos oceanos. Intensificar a conservação e o uso dos recursos marítimos por meio de leis internacionais também irá colaborar com a mitigação dos desafios para termos oceanos limpos e sustentáveis.
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14.1 Até 2025, prevenir e reduzir significativamente a poluição marinha de todos os tipos, especialmente a advinda de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes
1. Realizar campanhas de conscientização sobre a importância dos oceanos e sua preservação.
2. Promover programas de educação ambiental nas escolas, abordando especificamente a poluição marinha.
3. Organizar palestras e seminários com especialistas para discutir os impactos da poluição marinha.
4. Estabelecer parcerias com ONGs e instituições governamentais que trabalham com a preservação dos oceanos.
5. Incentivar ações de limpeza de praias e áreas costeiras com a participação dos alunos e comunidade local.
6. Implementar projetos de reciclagem e reutilização de materiais para reduzir o lixo que chega aos oceanos.
7. Criar espaços educacionais dedicados ao estudo dos ecossistemas marinhos e seus desafios.
8. Desenvolver materiais educativos, como cartilhas e vídeos, para disseminar informações sobre a poluição marinha.
9. Fomentar a pesquisa científica sobre poluição marinha com a participação de estudantes.
10. Estimular a criação de grupos de alunos interessados em promover ações de preservação marinha.
11. Organizar eventos e competições educativas para sensibilizar sobre a poluição marinha.
12. Promover a troca de experiências e boas práticas entre instituições de ensino comprometidas com a meta 14.1.
13. Integrar a temática da poluição marinha ao currículo escolar de diferentes disciplinas.
14. Criar trilhas ecológicas e visitas a reservas naturais marinhas para vivenciar a importância da conservação.
15. Estimular a redução do uso de plásticos descartáveis nas escolas e incentivar a utilização de alternativas sustentáveis.
16. Incentivar a realização de projetos escolares de pesquisa e soluções para combater a poluição marinha.
17. Estabelecer parcerias com empresas e indústrias para promover práticas de produção mais sustentáveis.
18. Criar murais e exposições educativas nas escolas sobre a poluição marinha.
19. Promover a inclusão de temas relacionados aos oceanos em eventos escolares, como feiras de ciências.
20. Realizar atividades práticas para que os alunos entendam os impactos dos resíduos na vida marinha.
21. Conectar-se com escolas e instituições de outros países para compartilhar conhecimentos e estratégias.
22. Incentivar a participação dos estudantes em ações de limpeza e monitoramento de rios e praias.
23. Realizar simulações de debates sobre políticas de combate à poluição marinha.
24. Convidar pescadores e moradores locais para compartilhar suas experiências e desafios com a poluição marinha.
25. Organizar campanhas de sensibilização para evitar o descarte inadequado de óleo de cozinha.
26. Promover o uso sustentável de recursos naturais em atividades educativas.
27. Inserir práticas de agricultura ecológica em projetos de educação agrícola.
28. Estimular o uso responsável de fertilizantes e pesticidas nas áreas agrícolas.
29. Criar hortas orgânicas nas escolas para ensinar práticas sustentáveis de cultivo.
30. Incentivar a redução do consumo de carne e produtos de origem animal nas escolas.
31. Desenvolver projetos de compostagem para reciclagem de resíduos orgânicos nas escolas.
32. Implementar medidas de economia de água e energia nas instalações educacionais.
33. Inserir a temática da sustentabilidade em trabalhos de pesquisa e projetos escolares.
34. Organizar visitas a unidades de tratamento de água e esgoto para conscientizar sobre a importância do saneamento.
35. Promover a conservação de nascentes e áreas de recarga hídrica próximas às escolas.
36. Estimular a criação de espaços verdes nas instituições de ensino para melhorar a qualidade do ar.
37. Realizar campanhas de conscientização sobre o descarte correto de resíduos sólidos nas escolas.
38. Incentivar o uso de tecnologias limpas e sustentáveis no ambiente escolar.
39. Promover a mobilidade sustentável entre alunos e funcionários da escola.
40. Criar programas de voluntariado ambiental para os estudantes.
41. Organizar competições e desafios educativos relacionados à sustentabilidade.
42. Implementar sistemas de coleta seletiva nas escolas.
43. Criar murais informativos sobre a importância da preservação dos recursos naturais.
44. Realizar projetos de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.
45. Promover a conservação de áreas de proteção ambiental próximas às instituições de ensino.
46. Estabelecer parcerias com órgãos ambientais e ONGs para a realização de atividades educativas.
47. Integrar a temática dos ODS e da sustentabilidade em atividades culturais e artísticas da escola.
48. Incentivar a participação dos alunos em conferências e eventos sobre sustentabilidade.
49. Realizar feiras e exposições de projetos sustentáveis desenvolvidos pelos estudantes.
50. Promover a participação dos estudantes em projetos de extensão comunitária voltados para a sustentabilidade.
51. Inserir conteúdos sobre os ODS e a sustentabilidade nos materiais didáticos utilizados na escola.
52. Criar programas de incentivo à inovação sustentável entre os estudantes.
53. Organizar atividades de lazer e recreação em ambientes naturais para estimular o contato com a natureza.
54. Incentivar a criação de grupos de estudos sobre sustentabilidade nas escolas.
55. Estabelecer metas e indicadores de sustentabilidade para a instituição de ensino.
56. Criar um comitê de sustentabilidade escolar para coordenar as ações relacionadas aos ODS.
57. Promover a capacitação dos professores em temas de sustentabilidade e educação ambiental.
58. Realizar parcerias com empresas e instituições locais
59. Realizar parcerias com empresas e instituições locais para promover programas de responsabilidade social e ambiental, envolvendo os alunos em ações práticas.
60. Criar um plano de ação sustentável para a escola, estabelecendo metas de redução de consumo de recursos naturais e medidas para combater a poluição.
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14.2 Até 2020, gerir de forma sustentável e proteger os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, inclusive por meio do reforço da sua capacidade de resiliência, e tomar medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos
1. Desenvolver currículos que enfatizem a importância dos ecossistemas marinhos e costeiros para a saúde do planeta.
2. Realizar programas de conscientização sobre a conservação dos oceanos e sua biodiversidade.
3. Incluir tópicos de preservação marinha em atividades extracurriculares.
4. Organizar excursões para alunos visitarem reservas marinhas e aprenderem sobre sua importância.
5. Estabelecer clubes e grupos estudantis dedicados à conservação marinha.
6. Criar projetos de pesquisa sobre os ecossistemas costeiros locais.
7. Promover ações de limpeza de praias e áreas costeiras.
8. Organizar palestras com especialistas em conservação marinha.
9. Incentivar a redução do consumo de plástico e promover alternativas sustentáveis.
10. Integrar tecnologia e mídia para aumentar a conscientização sobre os problemas marinhos.
11. Fomentar parcerias com organizações ambientais locais e globais.
12. Desenvolver materiais educativos interativos sobre a vida marinha.
13. Criar um programa de adoção de áreas costeiras para escolas.
14. Realizar competições artísticas e culturais relacionadas ao tema da conservação dos oceanos.
15. Ensinar sobre a importância dos manguezais e promover sua proteção.
16. Realizar atividades práticas de monitoramento de qualidade da água do mar.
17. Organizar projetos de recuperação de áreas degradadas costeiras.
18. Fazer parcerias com aquários e centros de pesquisa marinha para enriquecer a aprendizagem.
19. Realizar feiras de ciências focadas em temas marinhos.
20. Promover a pesca sustentável e a prática de consumo responsável de frutos do mar.
21. Implementar programas de conscientização sobre espécies marinhas ameaçadas.
22. Estimular a criação de áreas marinhas protegidas.
23. Incluir aulas de mergulho e snorkel para que os alunos possam explorar os ambientes marinhos.
24. Realizar workshops sobre técnicas de restauração de corais e ecossistemas costeiros.
25. Promover a conservação de tartarugas marinhas e seus habitats.
26. Integrar a sustentabilidade marinha em projetos de ciências e matemática.
27. Desenvolver materiais educativos multilíngues para alcançar diversas comunidades.
28. Organizar campanhas de conscientização sobre o impacto do lixo marinho.
29. Ensinar sobre a importância dos recifes de coral e os riscos da acidificação oceânica.
30. Promover atividades para o estudo da vida marinha em estuários e manguezais.
31. Incentivar a redução da pesca ilegal e a fiscalização das atividades pesqueiras.
32. Realizar debates sobre questões éticas e legais relacionadas à conservação marinha.
33. Ensinar sobre os efeitos das mudanças climáticas nos ecossistemas marinhos.
34. Promover a cooperação internacional para a proteção dos oceanos.
35. Incluir a história da exploração marinha nas aulas de história.
36. Organizar campanhas de plantio de árvores em áreas costeiras para proteger os rios e oceanos.
37. Desenvolver programas de educação para turistas sobre a conservação marinha.
38. Realizar eventos esportivos e competições com temática marinha.
39. Estimular a criação de projetos de ecoturismo sustentável em áreas costeiras.
40. Incentivar a investigação científica e a coleta de dados sobre a vida marinha local.
41. Organizar exposições sobre a importância dos oceanos na regulação climática.
42. Desenvolver programas de treinamento para pescadores sobre práticas sustentáveis de pesca.
43. Promover a restauração de áreas degradadas por atividades humanas.
44. Ensinar sobre a importância da conservação das zonas úmidas costeiras.
45. Incluir a educação marinha nos planos de ensino de escolas rurais e urbanas.
46. Realizar programas de educação ambiental para adultos sobre a conservação dos oceanos.
47. Estabelecer parcerias com empresas para promover a sustentabilidade em suas operações.
48. Incentivar o uso de energias renováveis e a redução das emissões de carbono.
49. Desenvolver programas de educação financeira para apoiar projetos de conservação marinha.
50. Organizar competições de ciências marinhas entre escolas.
51. Promover o turismo sustentável de observação de vida marinha.
52. Incluir a história da exploração marinha nas aulas de história.
53. Organizar campanhas de conscientização sobre a poluição sonora submarina e seus efeitos.
54. Estabelecer programas de educação sobre os direitos dos povos indígenas ligados aos ecossistemas marinhos.
55. Realizar ações de reflorestamento costeiro com espécies nativas.
56. Promover a conservação de espécies migratórias marinhas.
57. Incentivar o estudo dos impactos da pesca predatória nos ecossistemas marinhos.
58. Desenvolver materiais educativos sobre a importância dos plânctons marinhos.
59. Realizar concursos de fotografia submarina para incentivar a apreciação dos oceanos.
60. Integrar a conservação marinha em projetos de empreendedorismo social.
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14.3 Minimizar e enfrentar os impactos da acidificação dos oceanos, inclusive por meio do reforço da cooperação científica em todos os níveis
1. Criar cursos e programas de educação ambiental focados na acidificação dos oceanos.
2. Organizar palestras e seminários com especialistas em ciências marinhas para conscientizar os estudantes sobre o tema.
3. Desenvolver atividades práticas que ilustrem os efeitos da acidificação dos oceanos.
4. Estimular a pesquisa estudantil sobre a acidificação dos oceanos e seus impactos.
5. Realizar campanhas de conscientização nas escolas sobre a importância dos oceanos para o planeta.
6. Promover visitas a aquários e centros de pesquisa marinha para aprender sobre a diversidade do ecossistema marinho.
7. Estabelecer parcerias com organizações e instituições de pesquisa marinha para enriquecer a educação dos alunos.
8. Incluir a acidificação dos oceanos nos currículos de ciências e biologia.
9. Realizar projetos de ciências relacionados à acidificação dos oceanos.
10. Criar grupos de estudo focados na temática dos oceanos e sua conservação.
11. Organizar concursos de redação e arte relacionados à preservação dos oceanos.
12. Montar exposições sobre a acidificação dos oceanos e suas consequências.
13. Incentivar a realização de eventos esportivos e culturais com temática marinha.
14. Desenvolver materiais didáticos sobre o tema para uso em sala de aula.
15. Realizar oficinas para professores aprimorarem seus conhecimentos sobre a acidificação dos oceanos.
16. Estimular a criação de clubes e grupos estudantis dedicados à proteção dos oceanos.
17. Promover debates e discussões sobre políticas públicas de conservação marinha.
18. Organizar limpezas de praias e costas como forma de conscientização sobre a poluição marinha.
19. Integrar a temática dos oceanos em projetos interdisciplinares.
20. Estimular a participação dos estudantes em programas de monitoramento ambiental costeiro.
21. Realizar feiras científicas com foco na preservação dos oceanos.
22. Criar hortas e jardins marinhos nas escolas para entender a importância dos recursos marinhos.
23. Incentivar a produção de artigos e pesquisas sobre o tema por parte dos estudantes.
24. Realizar saídas de campo para ambientes marinhos e costeiros.
25. Integrar a acidificação dos oceanos em projetos de responsabilidade social da instituição.
26. Organizar eventos de conscientização para a comunidade local.
27. Criar projetos de educação ambiental específicos para comunidades pesqueiras.
28. Estimular o uso consciente dos recursos marinhos nas atividades diárias da escola.
29. Realizar campanhas de arrecadação para apoiar projetos de preservação marinha.
30. Estabelecer parcerias com ONGs e entidades dedicadas à proteção dos oceanos.
31. Promover aulas ao ar livre para que os alunos possam aprender sobre a importância dos oceanos no próprio ambiente.
32. Organizar atividades lúdicas para despertar o interesse dos alunos sobre a acidificação dos oceanos.
33. Incentivar a participação dos estudantes em programas de voluntariado para conservação marinha.
34. Criar murais informativos sobre a acidificação dos oceanos em locais estratégicos da escola.
35. Realizar campanhas de conscientização sobre o uso responsável de plásticos e seus impactos nos oceanos.
36. Estimular a leitura de livros e artigos científicos sobre a temática.
37. Criar um programa de mentorias para alunos interessados em seguir carreira na área de ciências marinhas.
38. Organizar projetos de restauração de ecossistemas marinhos degradados.
39. Incluir a acidificação dos oceanos em discussões sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.
40. Promover debates sobre a importância dos oceanos na regulação do clima global.
41. Realizar atividades práticas para medir a acidez da água em ambientes marinhos.
42. Estabelecer parcerias com universidades e centros de pesquisa para desenvolver projetos conjuntos.
43. Criar programas de educação ambiental online para atingir um público mais amplo.
44. Incentivar a redução do consumo de produtos que causam impacto negativo nos oceanos.
45. Realizar simulações de cenários futuros da acidificação dos oceanos para sensibilizar os alunos.
46. Integrar a temática dos oceanos em eventos escolares e festivais culturais.
47. Promover ações para minimizar a pegada de carbono da escola e dos alunos.
48. Organizar competições entre turmas ou escolas sobre a temática da preservação dos oceanos.
49. Estimular a criação de projetos de empreendedorismo sustentável voltados para a conservação marinha.
50. Realizar atividades de mapeamento e monitoramento de áreas de recifes de coral.
51. Integrar a acidificação dos oceanos nos programas de estágio e iniciação científica da instituição.
52. Incentivar a produção de vídeos e documentários sobre a acidificação dos oceanos pelos alunos.
53. Criar um banco de recursos educacionais sobre o tema disponível para a comunidade escolar.
54. Realizar campanhas de conscientização sobre o impacto das atividades pesqueiras não sustentáveis.
55. Estabelecer parcerias com empresas e indústrias para promover práticas sustentáveis relacionadas aos oceanos.
56. Promover eventos culturais que enalteçam a cultura e a importância dos povos indígenas e tradicionais na conservação marinha.
57. Organizar eventos esportivos com temáticas marítimas para promover a conscientização.
58. Incentivar a redução do uso de produtos químicos que possam prejudicar os oceanos.
59. Criar programas de capacitação para pescadores e maricultores sobre práticas sustentáveis.
60. Realizar parcerias com agências governamentais e órgãos ambientais para ampliar o alcance das ações de preservação dos oceanos.
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14.4 Até 2020, efetivamente regular a coleta, e acabar com a sobrepesca, ilegal, não reportada e não regulamentada e as práticas de pesca destrutivas, e implementar planos de gestão com base científica, para restaurar populações de peixes no menor tempo possível, pelo menos a níveis que possam produzir rendimento máximo sustentável, como determinado por suas características biológicas
1. Desenvolver e implementar currículos escolares que abordem questões relacionadas à conservação marinha, pesca sustentável e ecossistemas aquáticos.
2. Realizar workshops e treinamentos para educadores sobre os desafios enfrentados pelos oceanos e a importância da pesca sustentável.
3. Organizar palestras e seminários com especialistas em pesca, biologia marinha e gestão de recursos para alunos e professores.
4. Promover projetos de educação ambiental em escolas, com foco na conservação dos oceanos e da vida marinha.
5. Criar clubes de estudantes dedicados à conscientização sobre os problemas da sobrepesca e à promoção de soluções sustentáveis.
6. Estabelecer parcerias com organizações não governamentais e científicas para fornecer recursos e apoio educacional.
7. Desenvolver programas de campo que levem os estudantes a visitar ecossistemas marinhos e conhecer de perto a vida marinha.
8. Organizar feiras ou exposições que apresentem informações sobre a importância da pesca sustentável e o impacto da sobrepesca.
9. Realizar campanhas de conscientização nas comunidades locais sobre a importância de conservar os recursos pesqueiros.
10. Incluir a pesca sustentável como tema central em competições de ciências, projetos escolares e trabalhos de pesquisa.
11. Fomentar a pesquisa científica sobre ecossistemas marinhos e compartilhar os resultados com estudantes e educadores.
12. Criar programas de intercâmbio entre escolas costeiras para promover a troca de conhecimentos sobre pesca sustentável.
13. Organizar workshops de culinária com foco em práticas de consumo sustentáveis de produtos marinhos.
14. Estimular a criação de hortas e jardins escolares para promover a importância da biodiversidade e a interconexão dos ecossistemas.
15. Implementar atividades de limpeza de praias e costas para conscientizar sobre a poluição dos oceanos.
16. Incentivar o uso de tecnologias de pesca seletiva e responsável através de atividades práticas.
17. Integrar temas relacionados aos oceanos e pesca sustentável em disciplinas como matemática, história e geografia.
18. Desenvolver materiais educativos, como cartilhas e vídeos, para serem usados como recursos didáticos.
19. Promover a criação de reservas marinhas e discutir a importância dessas áreas protegidas em sala de aula.
20. Convidar pescadores locais para compartilharem suas experiências e conhecimentos sobre pesca sustentável.
21. Participar de iniciativas internacionais, como o "Dia Mundial dos Oceanos", para conscientização global.
22. Promover a pesca recreativa responsável, destacando a importância de respeitar os tamanhos mínimos de captura.
23. Organizar campanhas de arrecadação de fundos para apoiar projetos de conservação marinha.
24. Criar grupos de estudo ou clubes de leitura focados em literatura e documentários sobre a vida marinha.
25. Incentivar a redução do consumo de espécies de peixes ameaçadas e o aumento do consumo de opções mais sustentáveis.
26. Estimular os estudantes a pesquisar e apresentar soluções inovadoras para os desafios da pesca sustentável.
27. Realizar atividades de mapeamento e identificação de espécies marinhas locais para aumentar a conscientização sobre a biodiversidade.
28. Estabelecer parcerias com restaurantes e mercados locais para promover a venda de peixes provenientes de fontes sustentáveis.
29. Criar programas de estágio em institutos de pesquisa marinha para estudantes interessados na área.
30. Desenvolver jogos educativos que ensinem sobre a cadeia alimentar e as interações nos ecossistemas marinhos.
31. Promover a redução do uso de plásticos e conscientizar sobre o impacto desses resíduos nos oceanos.
32. Organizar competições de arte e fotografia com temas relacionados aos oceanos e à vida marinha.
33. Convidar organizações de conservação para fazer apresentações sobre seus projetos e ações.
34. Criar um "Dia da Pesca Sustentável" na escola para ressaltar a importância dessa prática.
35. Integrar o tema da pesca sustentável nos debates e assembleias estudantis.
36. Incentivar a participação dos alunos em eventos relacionados ao meio ambiente e pesca sustentável.
37. Realizar projetos de ciência cidadã, nos quais os estudantes podem contribuir com a coleta de dados sobre espécies marinhas.
38. Promover a redução do desperdício de alimentos e conscientizar sobre o impacto da pesca excessiva.
39. Organizar visitas a portos pesqueiros e permitir que os estudantes conheçam o trabalho dos pescadores.
40. Desenvolver atividades lúdicas que ensinem sobre as diferentes técnicas de pesca e suas consequências para os ecossistemas.
41. Promover o estudo das marés e suas implicações para a vida marinha e as atividades pesqueiras.
42. Realizar campanhas nas redes sociais para aumentar a conscientização sobre a pesca sustentável.
43. Organizar feiras de ciências focadas em soluções para a pesca sustentável.
44. Criar um "Código de Conduta Marinha" para a escola, incentivando boas práticas ambientais.
45. Integrar a temática da pesca sustentável em atividades esportivas e recreativas.
46. Estimular o envolvimento da comunidade escolar em iniciativas de limpeza e conservação de praias.
47. Desenvolver materiais educativos interativos, como aplicativos e jogos, sobre pesca sustentável.
48. Promover ações de reflorestamento nas regiões costeiras, destacando sua importância para os ecossistemas marinhos.
49. Incentivar a redução do uso de combustíveis fósseis e discutir seu impacto nas mudanças climáticas e acidificação dos oceanos.
50. Realizar debates sobre a importância da governança sustentável dos oceanos e da pesca, envolvendo estudantes, professores e especialistas da área.
51. Organizar excursões para visitar centros de pesquisa e aquários que trabalham na conservação da vida marinha.
52. Promover a criação de projetos de restauração de ecossistemas marinhos, como recifes de coral e manguezais.
53. Realizar simulações de cenários de gestão pesqueira para que os estudantes entendam os desafios e decisões envolvidos.
54. Integrar a pesca sustentável nas atividades extracurriculares, como clubes de mergulho ou grupos de observação de aves marinhas.
55. Incentivar a criação de negócios e projetos empreendedores relacionados à pesca sustentável e à conservação marinha.
56. Estabelecer parcerias com empresas pesqueiras locais que adotem práticas responsáveis e sustentáveis.
57. Realizar atividades de conscientização sobre a pesca fantasma e seus impactos negativos na vida marinha.
58. Criar oportunidades para que os estudantes se envolvam em campanhas de coleta de lixo nas áreas costeiras.
59. Promover a interação com comunidades indígenas e tradicionais que tenham práticas sustentáveis de pesca.
60. Realizar eventos de troca de conhecimentos entre escolas e instituições de ensino superior para fortalecer a educação ambiental.
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14.5 Até 2020, conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, de acordo com a legislação nacional e internacional, e com base na melhor informação científica disponível
1. Desenvolver currículos educacionais que abordem a importância da conservação das zonas costeiras e marinhas.
2. Promover a consciência sobre a degradação dos ecossistemas costeiros e marinhos entre os alunos.
3. Organizar palestras e workshops com especialistas em conservação marinha.
4. Estabelecer parcerias com instituições científicas para acesso a informações atualizadas.
5. Criar programas de voluntariado para limpeza de praias e áreas marinhas.
6. Incentivar a participação dos estudantes em pesquisas sobre conservação marinha.
7. Promover a importância da legislação nacional e internacional para a proteção dessas áreas.
8. Integrar tecnologias educacionais para tornar o aprendizado mais interativo.
9. Realizar excursões a áreas costeiras e marinhas para experiências práticas.
10. Criar clubes de conservação marinha nas escolas.
11. Organizar competições de arte e redação relacionadas à preservação marinha.
12. Estabelecer campanhas de conscientização em mídias sociais sobre a importância da conservação.
13. Criar materiais educativos como cartilhas, guias e vídeos sobre conservação costeira e marinha.
14. Envolver os pais na educação sobre a importância da conservação.
15. Realizar seminários e simpósios sobre a conservação de zonas costeiras e marinhas.
16. Incentivar a pesquisa científica sobre a biodiversidade marinha.
17. Promover práticas de pesca sustentável entre as comunidades pesqueiras.
18. Estimular a redução do uso de plásticos e outros materiais poluentes.
19. Fomentar a criação de reservas marinhas e parques costeiros.
20. Oferecer bolsas de estudo para estudantes interessados em pesquisas marinhas.
21. Desenvolver programas de reciclagem nas escolas e comunidades.
22. Promover a conscientização sobre a poluição por derramamento de petróleo.
23. Incentivar a participação em projetos de conservação de tartarugas marinhas e outras espécies ameaçadas.
24. Realizar feiras de ciências com foco em temas relacionados à conservação marinha.
25. Integrar a educação ambiental em todas as disciplinas do currículo escolar.
26. Oferecer cursos de formação para professores sobre conservação marinha.
27. Organizar exposições sobre a biodiversidade marinha e os ecossistemas costeiros.
28. Promover o uso responsável e sustentável dos recursos marinhos.
29. Estabelecer parcerias com ONGs e instituições de conservação.
30. Desenvolver projetos de aquicultura sustentável.
31. Incentivar a coleta e análise de dados sobre a saúde dos ecossistemas marinhos.
32. Realizar campanhas de conscientização sobre a importância dos manguezais.
33. Oferecer programas de educação ambiental para comunidades costeiras.
34. Desenvolver atividades práticas sobre a importância dos recifes de coral.
35. Estabelecer projetos de restauração de habitats costeiros degradados.
36. Incentivar a criação de áreas de pesca exclusiva para comunidades locais.
37. Realizar atividades de mergulho para explorar a beleza dos oceanos e sensibilizar sobre a conservação.
38. Integrar a educação sobre conservação marinha no plano de ensino das escolas.
39. Organizar eventos esportivos para arrecadar fundos para projetos de conservação.
40. Promover a conscientização sobre o impacto das mudanças climáticas nos ecossistemas marinhos.
41. Estabelecer parcerias com instituições de pesquisa para monitorar a saúde dos oceanos.
42. Criar programas de educação ambiental em museus e centros culturais.
43. Incentivar a participação em programas de educação marinha online.
44. Organizar campanhas de sensibilização sobre a pesca fantasma e seu impacto nos ecossistemas marinhos.
45. Desenvolver materiais educativos em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual ou auditiva.
46. Integrar a educação sobre conservação marinha em programas de intercâmbio estudantil.
47. Oferecer treinamentos sobre técnicas de pesca sustentável para pescadores locais.
48. Realizar estudos de impacto ambiental antes de empreendimentos costeiros.
49. Estimular o turismo sustentável em áreas costeiras para promover a conservação.
50. Promover a criação de corredores marinhos para facilitar a migração de espécies.
51. Incentivar a restauração de habitats costeiros degradados em projetos escolares.
52. Criar competições entre escolas para a implementação de práticas sustentáveis.
53. Desenvolver materiais educativos sobre espécies invasoras marinhas e seus impactos.
54. Incentivar o plantio de árvores costeiras para prevenir a erosão.
55. Realizar atividades de monitoramento de lixo marinho em praias e costas.
56. Promover a conscientização sobre os impactos da acidificação dos oceanos.
57. Estabelecer programas de educação sobre pesca artesanal e sua importância na conservação.
58. Incentivar a pesquisa sobre tecnologias limpas para reduzir a poluição marinha.
59. Criar parcerias com empresas locais para promover práticas sustentáveis.
60. Realizar programas de educação sobre o impacto das atividades humanas nas zonas costeiras e marinhas.
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14.6 Até 2020, proibir certas formas de subsídios à pesca, que contribuem para a sobrecapacidade e a sobrepesca, e eliminar os subsídios que contribuam para a pesca ilegal, não reportada e não regulamentada, e abster-se de introduzir novos subsídios como estes, reconhecendo que o tratamento especial e diferenciado adequado e eficaz para os países em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos deve ser parte integrante da negociação sobre subsídios à pesca da Organização Mundial do Comércio
1. Desenvolver materiais educacionais sobre a importância da pesca sustentável e os impactos negativos dos subsídios prejudiciais à pesca.
2. Realizar campanhas de conscientização sobre a sobrepesca e os efeitos nocivos dos subsídios inadequados.
3. Organizar workshops e palestras para pescadores e comunidades locais sobre práticas pesqueiras sustentáveis.
4. Estimular a participação ativa de pescadores em programas de monitoramento e gestão pesqueira.
5. Colaborar com instituições de pesquisa para estudar os efeitos dos subsídios à pesca e suas consequências.
6. Criar materiais educativos adaptados a diferentes grupos, incluindo jovens, pescadores, líderes comunitários e governantes.
7. Promover a implementação de leis e regulamentações para combater a pesca ilegal e não regulamentada.
8. Incentivar a divulgação de boas práticas pesqueiras e histórias de sucesso em mídias locais.
9. Engajar a sociedade civil na conscientização sobre a importância da pesca sustentável.
10. Facilitar o acesso a informações atualizadas sobre a situação dos recursos pesqueiros.
11. Estabelecer parcerias com organizações locais e internacionais para fortalecer as ações de conservação pesqueira.
12. Realizar competições educativas sobre a importância dos oceanos e da pesca sustentável.
13. Organizar feiras e eventos para promover produtos pesqueiros certificados como sustentáveis.
14. Desenvolver atividades práticas para ensinar técnicas de pesca seletiva e responsável.
15. Incentivar a utilização de tecnologias de pesca mais eficientes e menos impactantes.
16. Promover a formação de associações de pescadores voltadas para a sustentabilidade.
17. Criar programas de capacitação para profissionais que atuam na área de gestão pesqueira.
18. Fomentar a criação de áreas de proteção marinha para a conservação dos recursos pesqueiros.
19. Realizar expedições educacionais para observação da biodiversidade marinha.
20. Integrar conceitos de sustentabilidade pesqueira nos currículos escolares.
21. Oferecer cursos de formação para jovens interessados em carreiras na área de conservação marinha.
22. Implementar programas de educação ambiental em escolas costeiras.
23. Desenvolver aplicativos e jogos educativos sobre pesca sustentável.
24. Realizar estudos de caso sobre comunidades que adotaram práticas pesqueiras sustentáveis com sucesso.
25. Criar redes de intercâmbio entre pescadores para compartilhamento de conhecimentos.
26. Estabelecer parcerias com empresas pesqueiras para promover a responsabilidade social.
27. Engajar chefs e restaurantes locais na valorização de produtos de pesca sustentável.
28. Criar incentivos financeiros para pescadores que adotem práticas sustentáveis.
29. Incentivar a participação de pescadores em fóruns e eventos relacionados à pesca sustentável.
30. Integrar práticas de sustentabilidade em programas de turismo marinho.
31. Desenvolver atividades lúdicas para crianças sobre a conservação dos oceanos e recursos pesqueiros.
32. Realizar mutirões de limpeza de praias e mares para conscientização sobre a poluição marinha.
33. Organizar concursos de arte e fotografia com temática de conservação marinha.
34. Criar programas de voluntariado para engajamento direto em projetos de conservação.
35. Promover a colaboração entre pescadores e cientistas na coleta de dados e informações.
36. Integrar informações sobre sustentabilidade pesqueira em guias turísticos locais.
37. Organizar palestras com especialistas em pesca sustentável e conservação marinha.
38. Estabelecer programas de coleta seletiva de resíduos sólidos nas comunidades costeiras.
39. Promover a educação sobre a importância dos ecossistemas marinhos e sua interdependência.
40. Criar programas de mentoria para jovens interessados em se tornar pescadores responsáveis.
41. Fomentar a educação financeira para pescadores, incentivando a gestão sustentável de recursos.
42. Integrar a pesca sustentável nas estratégias de desenvolvimento local.
43. Realizar campanhas de marketing para promover produtos pesqueiros sustentáveis.
44. Criar materiais educativos em formatos acessíveis para pessoas com deficiência.
45. Organizar visitas a unidades de conservação marinha para sensibilização ambiental.
46. Estimular o turismo de observação de vida marinha como uma forma de conservação.
47. Integrar a conservação marinha em projetos de educação ambiental já existentes.
48. Estabelecer acordos de cooperação entre institutos de pesquisa e escolas para disseminação de conhecimentos.
49. Criar programas de ação voluntária para restauração de áreas degradadas.
50. Promover o diálogo entre diferentes partes interessadas na gestão pesqueira.
51. Incentivar a criação de sistemas de rastreabilidade para produtos pesqueiros.
52. Realizar estudos de viabilidade econômica para práticas pesqueiras sustentáveis.
53. Integrar a pesca sustentável em programas de desenvolvimento rural.
54. Desenvolver atividades educativas sobre a história da pesca e suas transformações.
55. Organizar eventos de troca de experiências entre pescadores de diferentes regiões.
56. Estimular a criação de cooperativas pesqueiras focadas na sustentabilidade.
57. Promover o consumo responsável de produtos pesqueiros certificados.
58. Estabelecer parcerias com empresas para redução de embalagens plásticas em produtos pesqueiros.
59. Realizar estudos de impacto ambiental para avaliar o impacto das atividades pesqueiras.
60. Fomentar a inclusão social e igualdade de gênero nas ações de pesca sustentável.
[ v o l t a r ]
14.7 Até 2030, aumentar os benefícios econômicos para os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos, a partir do uso sustentável dos recursos marinhos, inclusive por meio de uma gestão sustentável da pesca, aquicultura e turismo
1. Desenvolver currículos educacionais focados na importância dos recursos marinhos para os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e países menos desenvolvidos.
2. Criar programas de educação ambiental para conscientizar os jovens sobre a necessidade de proteger e conservar os ecossistemas marinhos.
3. Estabelecer parcerias com comunidades locais para promover a educação sobre o uso sustentável dos recursos marinhos.
4. Organizar workshops e seminários para educadores sobre práticas de gestão sustentável da pesca, aquicultura e turismo.
5. Integrar tópicos relacionados aos ODS e à gestão sustentável dos recursos marinhos em diferentes disciplinas escolares.
6. Incentivar a pesquisa científica entre os alunos sobre problemas e soluções para a gestão sustentável dos recursos marinhos.
7. Promover a participação dos estudantes em projetos comunitários de conservação marinha.
8. Fomentar a educação financeira e o empreendedorismo sustentável voltado para a economia azul.
9. Realizar campanhas de conscientização sobre a pesca responsável e a importância da aquicultura sustentável.
10. Estimular a inovação tecnológica para a sustentabilidade marinha, envolvendo estudantes em projetos de pesquisa e desenvolvimento.
11. Organizar feiras e exposições sobre produtos sustentáveis do mar e sua importância econômica.
12. Integrar questões de gênero na educação sobre a sustentabilidade marinha, garantindo a igualdade de oportunidades.
13. Incentivar a cooperação regional entre instituições de ensino para compartilhar melhores práticas.
14. Realizar projetos pilotos de turismo sustentável e medir seu impacto nas comunidades locais.
15. Capacitar educadores para incorporar princípios de sustentabilidade marinha na educação formal e informal.
16. Desenvolver jogos e atividades lúdicas que ensinem sobre a importância dos recursos marinhos.
17. Oferecer cursos de capacitação para pescadores e trabalhadores da indústria pesqueira sobre práticas sustentáveis.
18. Criar programas de bolsas de estudo para alunos interessados em estudar ciências marinhas e biologia marinha.
19. Estabelecer parcerias com ONGs e instituições de pesquisa para ampliar as oportunidades educacionais na área.
20. Organizar competições de arte e literatura com foco na temática dos oceanos e dos recursos marinhos.
21. Desenvolver materiais educativos acessíveis para pessoas com deficiência.
22. Promover a redução do uso de plástico e o descarte adequado de resíduos sólidos para evitar a poluição dos oceanos.
23. Criar programas de intercâmbio para estudantes de diferentes países compartilharem experiências sobre sustentabilidade marinha.
24. Organizar simpósios e conferências sobre gestão sustentável dos recursos marinhos.
25. Incentivar a criação de reservas marinhas e zonas de pesca sustentável.
26. Estabelecer parcerias com setores privados para financiar projetos de educação sobre sustentabilidade marinha.
27. Integrar tecnologias de informação e comunicação na educação sobre recursos marinhos.
28. Realizar atividades de limpeza de praias e áreas costeiras com a participação de estudantes e comunidades locais.
29. Fomentar o uso de energias renováveis nas atividades relacionadas ao mar.
30. Promover a valorização da cultura marítima e a história dos povos que dependem dos recursos marinhos.
31. Desenvolver programas de conscientização sobre a importância da biodiversidade marinha.
32. Incentivar a pesca artesanal sustentável e o respeito às temporadas de reprodução das espécies marinhas.
33. Integrar o conhecimento tradicional das comunidades costeiras na educação sobre sustentabilidade marinha.
34. Realizar estudos de caso e análises de impacto econômico relacionados à gestão dos recursos marinhos.
35. Criar cursos de capacitação para profissionais do turismo sobre práticas sustentáveis.
36. Estimular a criação de cooperativas pesqueiras com enfoque na sustentabilidade e equidade.
37. Desenvolver materiais educativos sobre a importância dos manguezais e outros ecossistemas costeiros.
38. Promover a inclusão da temática dos oceanos em eventos esportivos e culturais.
39. Fomentar a educação interdisciplinar para abordar questões complexas relacionadas aos recursos marinhos.
40. Estabelecer parcerias com governos locais para implementar políticas de conservação marinha.
41. Incentivar a adoção de práticas de pesca seletiva e de baixo impacto.
42. Criar oportunidades de educação formal para adultos que trabalham na indústria pesqueira e do turismo.
43. Organizar expedições educacionais para conhecer ecossistemas marinhos e suas necessidades de proteção.
44. Desenvolver materiais de comunicação para sensibilizar a população sobre a importância da meta 14.7.
45. Promover a educação sobre as mudanças climáticas e seu impacto nos recursos marinhos.
46. Integrar a sustentabilidade marinha em projetos educacionais de ciências e tecnologia.
47. Fomentar a criação de áreas de proteção marinha.
48. Desenvolver cursos de educação a distância sobre recursos marinhos para alcançar um público mais amplo.
49. Estimular a criação de startups e empreendimentos voltados para a economia azul sustentável.
50. Criar programas de voluntariado para estudantes atuarem em projetos de conservação marinha.
51. Incentivar a pesquisa sobre espécies marinhas ameaçadas e medidas de proteção.
52. Integrar a educação sobre sustentabilidade marinha nos planos de desenvolvimento local e regional.
53. Promover o consumo responsável de produtos do mar e o apoio a pescadores locais.
54. Desenvolver programas de monitoramento e coleta de dados sobre a saúde dos ecossistemas marinhos.
55. Integrar temas de ética ambiental e responsabilidade social na educação sobre recursos marinhos.
56. Fomentar a cooperação internacional para compartilhar conhecimentos e melhores práticas sobre a gestão sustentável dos recursos marinhos.
57. Criar espaços educacionais interativos, como museus e centros de visitantes, para aumentar a conscientização sobre a importância dos oceanos.
58. Incentivar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis em áreas costeiras para reduzir a poluição e a erosão.
59. Desenvolver programas de capacitação para profissionais do setor de turismo sobre a conservação dos ambientes marinhos.
60. Promover a educação para a cidadania global, incentivando os estudantes a se tornarem agentes de mudança para a sustentabilidade marinha em suas comunidades.
[ v o l t a r ]
14.a Aumentar o conhecimento científico, desenvolver capacidades de pesquisa e transferir tecnologia marinha, tendo em conta os critérios e orientações sobre a Transferência de Tecnologia Marinha da Comissão Oceanográfica Intergovernamental, a fim de melhorar a saúde dos oceanos e aumentar a contribuição da biodiversidade marinha para o desenvolvimento dos países em desenvolvimento, em particular os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos
1. Estabelecer programas de pesquisa marinha em parceria com universidades e institutos de pesquisa locais e internacionais.
2. Criar oportunidades de estágio em instituições de pesquisa marinha para estudantes de países em desenvolvimento.
3. Promover bolsas de estudo para estudantes interessados em ciências marinhas.
4. Desenvolver programas de capacitação para cientistas e pesquisadores em técnicas avançadas de pesquisa marinha.
5. Organizar workshops e conferências sobre tecnologia marinha e transferência de conhecimento.
6. Fomentar o intercâmbio de conhecimento entre cientistas e pesquisadores de diferentes países.
7. Desenvolver cursos de pós-graduação em ciências marinhas e tecnologia marinha.
8. Estabelecer centros de excelência em pesquisa marinha em países em desenvolvimento.
9. Criar plataformas online para compartilhar pesquisas e resultados sobre biodiversidade marinha.
10. Promover a colaboração entre institutos de pesquisa marinha e comunidades locais costeiras.
11. Realizar expedições de pesquisa marinha em áreas pouco exploradas.
12. Desenvolver tecnologias sustentáveis de pesca e aquicultura.
13. Promover a utilização de métodos de pesca seletivos para reduzir a captura acidental de espécies marinhas ameaçadas.
14. Criar programas de educação ambiental para comunidades costeiras.
15. Realizar estudos sobre o impacto das mudanças climáticas nos ecossistemas marinhos.
16. Monitorar a qualidade da água em áreas costeiras e oceânicas.
17. Desenvolver tecnologias para monitorar a saúde dos corais e ecossistemas recifais.
18. Investigar o potencial de medicamentos e produtos alimentares a partir de organismos marinhos.
19. Realizar estudos sobre a poluição do oceano e suas consequências para a vida marinha.
20. Promover a restauração de habitats marinhos degradados.
21. Desenvolver tecnologias para reduzir o desperdício de plástico e microplástico no oceano.
22. Realizar campanhas de conscientização sobre a importância dos oceanos para o desenvolvimento sustentável.
23. Estimular a cooperação regional em questões relacionadas aos oceanos e à biodiversidade marinha.
24. Criar programas de educação para pescadores sobre práticas sustentáveis de pesca.
25. Desenvolver tecnologias de pesca com baixo impacto ambiental.
26. Estabelecer parcerias com a indústria privada para promover a inovação em tecnologia marinha.
27. Criar bancos de dados de informações sobre biodiversidade marinha e ecossistemas costeiros.
28. Fomentar a pesquisa sobre a conservação de espécies marinhas ameaçadas.
29. Desenvolver sistemas de monitoramento para combater a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.
30. Promover a criação e implementação de áreas marinhas protegidas.
31. Realizar estudos sobre o potencial de energia renovável dos oceanos.
32. Desenvolver tecnologias de aproveitamento sustentável de recursos marinhos.
33. Promover a utilização de tecnologias limpas em atividades marítimas.
34. Desenvolver estratégias de adaptação para comunidades costeiras vulneráveis às mudanças climáticas.
35. Criar projetos de turismo sustentável em áreas marinhas protegidas.
36. Realizar pesquisas sobre a interação entre o oceano e o clima global.
37. Desenvolver tecnologias para monitorar e combater a acidificação dos oceanos.
38. Promover a recuperação de áreas costeiras afetadas por erosão e degradação.
39. Criar programas de educação para o uso responsável de recursos marinhos.
40. Desenvolver sistemas de alerta precoce para desastres naturais relacionados ao oceano.
41. Promover o compartilhamento de tecnologias marinhas entre países em desenvolvimento.
42. Criar projetos de ecoturismo marinho para gerar renda e incentivar a conservação.
43. Estimular a pesquisa sobre a relação entre a biodiversidade marinha e a saúde humana.
44. Desenvolver tecnologias para a limpeza de derramamentos de petróleo e outros poluentes no oceano.
45. Promover a recuperação de ecossistemas marinhos degradados.
46. Criar programas de capacitação para gestores de áreas marinhas protegidas.
47. Desenvolver tecnologias de aquicultura sustentável para aumentar a segurança alimentar.
48. Realizar estudos sobre a vulnerabilidade das comunidades costeiras às mudanças climáticas.
49. Promover a inclusão da temática dos oceanos nos currículos escolares.
50. Desenvolver tecnologias de dessalinização de água do mar para enfrentar a escassez hídrica.
51. Criar projetos de restauração de manguezais e outros ecossistemas costeiros.
52. Estimular a pesquisa sobre a interconexão entre os oceanos e os sistemas terrestres.
53. Desenvolver tecnologias para o monitoramento e controle da pesca predatória.
54. Promover o uso de embarcações ecológicas e de baixo consumo de combustível.
55. Criar programas de monitoramento de tartarugas marinhas e outros animais ameaçados.
56. Desenvolver tecnologias para a limpeza de plásticos e lixo no oceano.
57. Realizar estudos sobre a viabilidade econômica de atividades sustentáveis relacionadas ao oceano.
58. Promover a cooperação internacional em pesquisa e tecnologia marinha.
59. Criar projetos de restauração de recifes de coral danificados.
60. Desenvolver tecnologias para a recuperação de áreas marinhas contaminadas por substâncias químicas.
[ v o l t a r ]
14.b Proporcionar o acesso dos pescadores artesanais de pequena escala aos recursos marinhos e mercados
1. Desenvolver programas de formação técnica e profissional para pescadores artesanais.
2. Oferecer cursos sobre práticas de pesca sustentável.
3. Promover a preservação dos ecossistemas marinhos e costeiros.
4. Incentivar a criação de reservas marinhas e áreas de pesca protegidas.
5. Realizar estudos sobre a biodiversidade marinha local e os impactos das atividades pesqueiras.
6. Capacitar pescadores em métodos de pesca seletiva e de baixo impacto.
7. Fornecer orientações sobre a utilização de equipamentos de pesca sustentáveis.
8. Incluir a dimensão de gênero nas capacitações, promovendo a participação das mulheres na pesca.
9. Estimular a cooperação entre pescadores e a troca de conhecimentos tradicionais.
10. Organizar workshops sobre técnicas de processamento e conservação do pescado.
11. Promover boas práticas de higiene e segurança na manipulação do pescado.
12. Conscientizar sobre a importância da rastreabilidade dos produtos pesqueiros.
13. Criar cursos de empreendedorismo para pescadores interessados em comercializar seus produtos.
14. Estabelecer parcerias com instituições de pesquisa para melhor compreender os ecossistemas marinhos locais.
15. Integrar a educação ambiental nos currículos de formação de pescadores.
16. Incentivar a adoção de tecnologias limpas e eficientes na atividade pesqueira.
17. Desenvolver programas de educação financeira para ajudar os pescadores a gerir seus rendimentos.
18. Oferecer cursos de navegação e segurança no mar.
19. Ensinar técnicas de monitoramento da qualidade da água e dos ecossistemas marinhos.
20. Realizar atividades de sensibilização para o combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.
21. Integrar os pescadores artesanais em sistemas de certificação de produtos pesqueiros sustentáveis.
22. Incentivar a diversificação das atividades econômicas nas comunidades pesqueiras.
23. Promover a conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas nos recursos marinhos.
24. Estabelecer parcerias com organizações de conservação marinha.
25. Incluir conhecimentos sobre direitos trabalhistas na pesca nos cursos de formação.
26. Fomentar a criação de cooperativas pesqueiras para fortalecer a posição dos pescadores no mercado.
27. Estimular o turismo sustentável relacionado à pesca e ao ecoturismo.
28. Integrar conteúdos sobre segurança alimentar nas formações de pescadores.
29. Incentivar o uso de métodos de pesca artesanal tradicionais e de baixo impacto.
30. Promover o acesso a informações de mercado e tendências de consumo.
31. Desenvolver capacidades de negociação para pescadores em suas transações comerciais.
32. Estabelecer sistemas de monitoramento da atividade pesqueira e de estoques de peixes.
33. Sensibilizar os pescadores sobre a importância da conservação das espécies ameaçadas.
34. Criar programas de educação para a redução de resíduos sólidos no mar.
35. Incentivar a adoção de práticas de pesca responsáveis, evitando a captura acidental de espécies protegidas.
36. Fomentar a inclusão digital dos pescadores, facilitando o acesso a informações relevantes.
37. Promover a valorização da cultura e tradições pesqueiras locais.
38. Desenvolver programas de formação sobre gestão sustentável dos recursos pesqueiros.
39. Realizar pesquisas socioeconômicas para entender as necessidades dos pescadores.
40. Incentivar a criação de cooperativas de crédito para pescadores.
41. Organizar feiras e eventos para promover produtos pesqueiros locais.
42. Estabelecer acordos de comércio justo para produtos pesqueiros.
43. Promover a participação dos pescadores em fóruns de discussão de políticas públicas.
44. Desenvolver ações para minimizar os impactos da poluição nos ecossistemas marinhos.
45. Incentivar a aplicação de boas práticas agrícolas nas comunidades costeiras.
46. Estimular a produção e consumo de pescado de espécies não ameaçadas.
47. Criar programas de educação para prevenção e resposta a desastres ambientais.
48. Integrar conhecimentos tradicionais sobre a pesca nos currículos de formação.
49. Desenvolver programas de educação para a saúde dos pescadores.
50. Incentivar a criação de redes de cooperação entre comunidades pesqueiras.
51. Promover a conservação dos ecossistemas de manguezais e áreas de reprodução de peixes.
52. Oferecer cursos sobre aquicultura sustentável.
53. Sensibilizar sobre a importância da conservação dos oceanos e da biodiversidade marinha.
54. Estimular a produção e consumo de peixes de espécies invasoras.
55. Incluir a pesca artesanal nos planos de desenvolvimento local e regional.
56. Desenvolver programas de educação ambiental para turistas em áreas pesqueiras.
57. Incentivar a implementação de sistemas de coleta seletiva de resíduos nas comunidades pesqueiras.
58. Promover a adoção de práticas de pesca com baixa pegada de carbono.
59. Integrar a pesquisa científica e o conhecimento tradicional na gestão dos recursos pesqueiros.
60. Desenvolver programas de educação para o consumo responsável de pescado.
[ v o l t a r ]
14.c Assegurar a conservação e o uso sustentável dos oceanos e seus recursos pela implementação do direito internacional, como refletido na UNCLOS [Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar], que provê o arcabouço legal para a conservação e utilização sustentável dos oceanos e dos seus recursos, conforme registrado no parágrafo 158 do “Futuro Que Queremos”
1. Integrar o conhecimento sobre os oceanos e sua importância nas atividades de ensino em todas as disciplinas.
2. Desenvolver currículos que incluam tópicos sobre a conservação dos oceanos e a utilização sustentável dos recursos marinhos.
3. Promover a realização de pesquisas e estudos relacionados aos oceanos e sua biodiversidade.
4. Oferecer cursos e programas de graduação e pós-graduação em ciências marinhas e áreas afins.
5. Estabelecer parcerias com organizações locais e internacionais que trabalham na conservação dos oceanos.
6. Organizar palestras, workshops e eventos para sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a importância dos oceanos.
7. Criar programas de voluntariado para envolver estudantes em ações de limpeza de praias e monitoramento costeiro.
8. Incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias limpas para a exploração sustentável dos recursos marinhos.
9. Implementar práticas sustentáveis nas instalações do instituto, como redução do uso de plásticos descartáveis.
10. Incluir a ética ambiental nos cursos de ciências sociais e humanas, promovendo uma visão holística do ambiente marinho.
11. Desenvolver materiais didáticos interativos sobre os oceanos para uso em escolas e comunidades locais.
12. Organizar competições e eventos acadêmicos relacionados aos oceanos, estimulando a criatividade dos estudantes.
13. Estabelecer programas de bolsas de estudo para pesquisas relacionadas à conservação dos oceanos.
14. Fomentar a interdisciplinaridade na pesquisa sobre os oceanos, envolvendo diferentes áreas do conhecimento.
15. Criar grupos de estudo e pesquisa dedicados aos temas marinhos e de sustentabilidade.
16. Incentivar o desenvolvimento de projetos de empreendedorismo social voltados para a preservação dos oceanos.
17. Realizar campanhas de conscientização sobre a poluição dos oceanos e seus impactos no ecossistema marinho.
18. Integrar conhecimentos tradicionais das comunidades costeiras em pesquisas e práticas de conservação.
19. Organizar expedições científicas para estudar a biodiversidade marinha e os ecossistemas costeiros.
20. Promover ações de reciclagem e descarte adequado de resíduos em institutos de educação.
21. Desenvolver parcerias com empresas para a implementação de práticas sustentáveis na indústria pesqueira.
22. Criar cursos de capacitação para pescadores sobre pesca sustentável e métodos de conservação.
23. Incentivar o uso de energia renovável nos campi universitários.
24. Realizar projetos de restauração de ecossistemas marinhos, como recifes de corais e manguezais.
25. Estimular a produção e o consumo responsável de produtos derivados do mar.
26. Criar programas de conscientização sobre o impacto das mudanças climáticas nos oceanos.
27. Incentivar o turismo sustentável em áreas costeiras e marinhas.
28. Desenvolver parcerias com escolas e instituições locais para promover a educação ambiental.
29. Organizar competições de ciência e tecnologia com foco em soluções para problemas marinhos.
30. Realizar atividades práticas em laboratórios para promover a compreensão dos ecossistemas marinhos.
31. Integrar a educação sobre os oceanos em programas de educação não-formal para crianças e adultos.
32. Criar grupos de estudo sobre políticas públicas relacionadas aos oceanos e a conservação marinha.
33. Estabelecer um centro de informações sobre os oceanos e seus recursos no instituto de educação.
34. Realizar feiras e exposições sobre temas marinhos para a comunidade local.
35. Promover programas de intercâmbio para estudantes de áreas costeiras e marinhas.
36. Incentivar a formação de grupos de voluntariado para ações de limpeza em praias e rios.
37. Integrar tecnologias de informação e comunicação para a divulgação de informações sobre os oceanos.
38. Realizar projetos de educação ambiental em escolas das comunidades costeiras.
39. Desenvolver cursos online sobre temas relacionados aos oceanos e sua conservação.
40. Promover a participação em conferências e eventos internacionais sobre conservação marinha.
41. Incentivar a redução do consumo de peixes ameaçados de extinção.
42. Criar uma horta e jardim de plantas nativas nos campi do instituto.
43. Estabelecer parcerias com ONGs e organizações ambientais para projetos conjuntos de conservação.
44. Incentivar a redução do uso de plásticos descartáveis nos campi do instituto.
45. Desenvolver materiais educativos em formatos acessíveis para pessoas com deficiência.
46. Criar uma campanha de conscientização sobre o consumo responsável de recursos marinhos.
47. Estimular a produção de pesquisas científicas voltadas para a conservação dos oceanos.
48. Organizar conferências e simpósios sobre temas marinhos e de sustentabilidade.
49. Incentivar a criação de áreas marinhas protegidas.
50. Criar programas de monitoramento da qualidade da água em áreas costeiras próximas ao instituto.
51. Realizar projetos de educação ambiental em áreas de pesca artesanal.
52. Integrar a temática dos oceanos em programas de formação de professores.
53. Incentivar a participação de estudantes em competições científicas relacionadas aos oceanos.
54. Realizar eventos de divulgação científica para a comunidade local sobre temas marinhos.
55. Estabelecer um comitê de sustentabilidade para acompanhar as ações do instituto nesse campo.
56. Integrar atividades de conservação marinha e sustentabilidade nos programas de estágio e trabalho de campo.
57. Promover ações de conscientização sobre o impacto do plástico nos oceanos e incentivar alternativas sustentáveis.
58. Estabelecer parcerias com governos locais para implementar políticas de gestão costeira sustentável.
59. Oferecer cursos de formação para profissionais do setor pesqueiro sobre práticas sustentáveis de pesca.
60. Desenvolver materiais educativos em parceria com comunidades costeiras para abordar questões específicas relacionadas aos seus ecossistemas marinhos.
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